Bem-vindos a este espaço de partilha de todos para todos

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

- A very merry Christmas - John Lennon

De que cor são as borboletas Mãe?









De que cor são as borboletas Mãe?










- De que cor são as borboletas Mãe?
As borboletas são translúcidas.

- O que é translucido?
É como a água, podes ver através dela.

- E porque que é que as borboletas são translúcidas?
Porque são a criação mais delicada de Deus, e aprenderam que podem escolher a cor com que vestem seus corpos.
Quando pela manhã voam entre as flores misturam-se com elas e tornam-se de mil e uma cores.
Quando alegres voam em direcção ao céu, são azuis ou brancas se o céu estiver enfeitado daquelas nuvens que parecem algodão doce.
E à noitinha quando visitam o mar, sim porque elas não conseguem adormecer sem visitar o mar, as suas asinhas ficam iridescentes com tons de esmeralda, azul, e o dourado das estrelas

- E elas são felizes assim?
Claro meu amor, porque elas aprenderam a amar todas as maravilhas da criação, são Uno com o todo e com tudo, e por isso além de delicadas são também as criaturas mais felizes à face da terra.

- O que é ser Uno Mãe?
É como quando um dia perceberes que mil anos nos separam e em simultâneo tempo nenhum.

- Isso é verdade ou estás a contar-me um conto?
Todos os contos contêm magia, e magia é a verdade do coração que voa no tempo em asas de borboleta. E agora dorme para que possas voar com elas…

Dorme meu anjo, dorme…


A.



quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

A arma de autodestruição da humanidade



Não amigos… não é o HIV ou a Doença Cardíaca, ou o Cancro. Estas, são apenas as derivações.
A peste que infecta e se fortalece nestes tempos de oportunidade, é o egoísmo/narcisismo residente na consciência globalizada, programada, descomprometida.
Disfarçadas no esplendor das posturas visíveis, estudadas, ensaiadas, aparentes, iluminadas com o falso néon, estende-se uma teia de escuridão que empobrece e desvitaliza as almas de todos, com acréscimo para aqueles que auferem de conhecimentos, pois nestes aumenta a responsabilidade.
Constatamos o decair dos níveis de cooperação, de solidariedade, da mais básica bondade entre comunidades, entre famílias, entre amigos.
Como um rei usurpador, o egocentrismo instala-se no trono da validação de critérios da faceta mais inferior dos seres humanos, onde a primazia são as pseudo necessidades individualizadas estimuladas pelos conselheiros do trono, a vaidade, o comodismo, a indiferença.
E os vapores dessa embriaguês colectiva, programada e estimulada pelo estertor dos poderes sombrios que se debatem no campo de batalha em que se tornou o planeta Terra, adensa-se e materializa-se na descomunal e proporcional desarmonia interior que, para além do falso néon, envolve a alma de grande parte dos seres humanos. Lembra-mos:

- Que vos concedemos todas as ferramentas, nunca antes concedidas a um grupo evolutivo.
– Que a força da vossa essência divina é mil vezes superior à das sombras reunidas.
- Que as leis cósmicas, a Lei da Atracção e a Lei de Causa e Efeito, são imutáveis, mas amorosamente simples.

A missão evolutiva que cada entidade consciencial (vocês) se propôs, é uma ínfima fracção no “tempo” cósmico, mas, é um ciclo de trabalho contínuo.
Em honra daquilo que Cada Um de Vós É… por favor… despertem…

Vozes da Terra



sábado, 2 de dezembro de 2017

A nova Inquisição “demi” o quê?


Primeiro concentrou-se no significado da palavra, até podia estar enganada… Mas não, “demi” significa: metade – meio – quase.
Olhou repetidamente para o calendário apenas para confirmar que não era 1 de Abril o tradicional dia das partidas e dos enganos. Após essa certeza debruçou-se de novo sobre o artigo.
Segundo os especialérrimos entendidos em sexualidade autores do texto que lia, e dos infindáveis títulos com que hoje se “tenta” inventar géneros, sentiu-se empolgada, orgulhosa, grata, com a descoberta que estava a fazer…ela, era “demisexual”.
Sorriu, riu gostosamente, e agradeceu ao céu por não ser: demi_promíscua, demi_sexocompulsiva, demi_sexomaníaca, demi_parafilia, etc....
Amiga, Amigo, se desfrutou na sua vida duma sexualidade plena, libertadora, sublime, intensamente orgástica, transcendente, sustida pelo olhar que se afunda no mar de amor de outro olhar, em horas tântricas de supremo e amoroso prazer, no atingir um estado de Samadhi na unificação das auras, na elevação kundalinica por via de tal fusão de amor….Cuidado, pode vir a ser apodado/a de “demisexual”…
Pois é…é que os demisexuais só fazem sexo com quem têm uma profunda ligação de amor
Não é difícil adivinhar quem está por detrás da continuada tentativa da inversão dos valores mais sagrados, naturais, da constituição humana e seu processo evolutivo.
Para o movimento LGBT e associados quanto maior a concertada desvalorização dos mesmos, poderão assim avançar com as suas abjectas teorias doutrinárias e totalitárias, que exigem e por coacção da aberrante Ideologia do Género, serem impostos a toda a humanidade.
Amigos, já são tantos os adjectivos com que preenchem o seu dicionário de géneros que seria enfadonho e sem interesse algum repeti-los aqui, tenhamos é sempre presente que todos se baseiam no descompromisso no que toca ao conhecimento do que é a energia e a prática sexual na evolução consciencial, e no respeito pelas tremendas consequências da sua profanação e banalização a que a promiscuidade que advogam pode levar.
Quando ouvimos afirmações do tipo “essa coisa de macho-fêmea está muito ultrapassada, agora o que está em uso é o pansexual” que nada mais é que a definição da bestialidade no plano sexual, somos confrontados com a necessidade premente da integração total dos valores intrínsecos  em cada um de nós, numa postura atenta e preventiva da salvaguarda da consciência grupal da humanidade e do seu plano evolutivo, única razão pelo qual existimos.
Voltando ao título desta partilha:

“Se só fazes sexo em, e com amor, és anormal”

Será este o mote para o ressurgir de uma nova Inquisição?

Maria Adelina



quinta-feira, 30 de novembro de 2017

TEÁTICA E BEM-ESTAR


Teática é um termo que significa juntar a teoria à prática
Este é o tempo de colocar na prática, a  TEÁTICA  ….
Ao longo dos últimos 30 anos, e pelos mais diversos canais recebemos inúmera informação cuja finalidade foi, e é, estimular o despertar da consciência individual, e por consequência a colectiva.
Porque assim é…só a transmutação individual vai gerar a grande mudança global.
Os conteúdos destas informações são maioritariamente chamadas de atenção para o reconhecimento e a compreensão da responsabilidade individual em todo o processo vivenciado pela humanidade como um Todo.
Numa análise mais aprofundada reparamos que também neste período, todo o acervo de conhecimento dispensado pelo Universo ainda que Paracientifico,  Metafísico e Multidimensional, foi sendo continuamente acompanhado e sustido por dois fortes pilares:
- Um, a herança escrita (profecias) de grandes civilizações, além de muitos dos axiomas mais marcantes dos grandes Filósofos da antiguidade.
- O outro pilar são as “descobertas” galopantes da ciência em alguns dos seus ramos, como seja a Física Quântica – As descobertas do Espaço Sideral – O estudo dos campos energéticos do corpo humano e outros. Coincidências?... Creio que nisso estamos já todos de acordo, de que no Universo não existem coincidências, mas sim, a sincronicidade matemática da Consciência Suprema a que chamamos Deus.
Quem estiver atento vai reparar que muitas das vozes calaram, recolheram, é tempo de balanço e inventário. Por um lado, chegamos ao ponto de saturação de informação, não por excessiva, mas por não assimilada (leia-se não trabalhada). Por outro lado a bancada alquímica está em movimento e chega a cada um conforme o seu merecimento.

Com uma faceta muito semelhante ao procedimento da Lei de Causa e Efeito, ainda que invertido, “o chamado” mudou. Este rege-se agora pela aplicação prática dos conhecimentos mais ou menos assimilados ou aceites. 2018 será o ano do grande aprendizado da compaixão por auto-imposta condição do nosso subconsciente.

A aplicação da lei fundamental da existência, o “Solve Et Coagula”, crescer, iluminar e unir, será exposto, ainda mais, nos nossos campos físico/mental e psico/emocional.
O não reconhecimento e prática deste princípio será reflectido da mesma forma em todas as nossas dimensões físicas.

As doenças, leves ou graves, as dores, aquilo que parece correr mal em todos os campos, tudo isto são alertas para que os nossos corpos se expressem, se expandam na doação, no trabalho, na partilha, na integração da unicidade.

“Ninguém sente dor de cabeça quando está confortando alguém”. Provérbio indiano

“Não espere por líderes, faça sozinho, pessoa a pessoa”. Madre Teresa de Calcutá

“Seja a mudança que você deseja ver no mundo”. Mahatma Gandhi

“Muito se pedirá àquele que muito recebeu”. Jesus



Paz para as escolhas 
Coragem para as concretizar
Luz para a redenção

A.


sábado, 25 de novembro de 2017

Recomendo a leitura deste profundo texto do livro As Duas Árvores do Paraíso



As Duas Árvores do Paraíso


V Capítulo: «CAMINHAI ENQUANTO TENDES A LUZ» (parte)

Está escrito no Evangelho de São João (9: 4-5):
«É preciso que eu faça as obras d’Aquele que me enviou enquanto é dia; a noite está a chegar e, então, ninguém poderá trabalhar. Enquanto estiver no mundo, eu sou a luz do mundo.»

E, mais adiante (11: 9-10):
«Aquele que caminha durante o dia não tropeça, pois vê a luz deste mundo; mas aquele que caminha durante a noite tropeça, porque a luz não existe nele.»

Estas palavras são repetidas, sob outra forma, no capítulo seguinte (12: 35-36):
«A luz estará por pouco mais tempo no meio de vós. Caminhai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos surpreendam; aquele que caminha nas trevas não sabe para onde vai. Enquanto tendes a luz, acreditai na luz, para vos tornardes filhos da luz.»

“ Nestas três passagens que acabei de ler-vos, é necessário compreender, antes do mais, que Jesus não se refere ao dia físico. Ao usar as palavras “dia” e “luz”, ele subentende períodos em que a terra recebe certas influências, certas ondas benéficas, graças às quais os homens podem aperfeiçoar-se, evoluir. Eles devem, portanto, aproveitar a passagem dessas ondas luminosas e vivificadoras, pois, a partir do momento em que estas deixarem de se manifestar, eles já não terão as mesmas possibilidades para trabalhar.
Na Índia, designa-se por yuga cada um dos diferentes períodos que a humanidade tem de atravessar ao longo da sua evolução. Os hindus dizem que estamos a sair da Kali-yuga, a época das trevas marcada pelo materialismo, pela violência, pelo desencadear desenfreado das paixões. Está a surgir, pois, uma nova era para os filhos de Deus. Eles devem aproveitá-la, senão as ondas benéficas deste novo período não servirão para nada.
Cada raio do sol é uma força. No futuro, a humanidade já não se servirá nem de madeira, nem de carvão, nem de gasolina, e trabalhará unicamente com os raios do sol. As fontes de energia atuais não podem durar eternamente, estarão esgotadas em breve e, então, o homem será obrigado a voltar-se para energias de natureza mais subtil que, essas sim, são inesgotáveis. O homem aprenderá também a curar-se com as cores e a captar as energias dos raios solares. Os raios solares têm um poder inimaginável que, ao penetrar nas coisas, produz nelas grandes transformações.1 Cada raio luminoso é habitado por entidades, que se manifestam de maneira diferente consoante a sua cor: vermelho, azul, verde, amarelo... Quando esses raios são projetados sobre seres vivos, fazem neles um enorme trabalho. É por isso que os Iniciados se servem da luz e das cores para agir utilmente sobre os humanos.
Os verdadeiros grandes Mestres da humanidade ensinam os seus discípulos a trabalhar com a luz. Existem sete cores e a cada uma delas corresponde uma virtude. Por isso, devemos saber que cada erro que cometemos faz diminuir em nós o poder que corresponde a uma dessas cores. Os verdadeiros Iniciados sempre trabalharam com a luz, pois só a luz nos dá o verdadeiro poder, o verdadeiro saber. Há muitas pessoas que procuram grandes segredos e imaginam que se tornarão grandes magos pronunciando determinadas palavras, fazendo certos gestos e trazendo consigo um dado talismã. Mas os seres superiores não respondem a esses apelos e só os seres dos níveis mais baixos – os elementais e os monstros – se aproximam delas.
Se queremos atrair a luz celeste, os anjos, os arcanjos, devemos utilizar o apelo das virtudes, pois as entidades superiores só são atraídas pela pureza, pelo amor, pela verdade. Não se pode compreender os grandes mistérios se se vive como um homem vulgar. O mundo invisível dá-nos em função daquilo que nós próprios fazemos. Quanto mais recusarmos as actividades e os prazeres inferiores, quanto mais renúncias e sacrifícios fizermos, mais bênçãos receberemos do mundo invisível. Eu já vos expliquei esta lei na conferência sobre o administrador infiel.3 A individualidade, a natureza divina, não pode manifestar-se naqueles que só vivem para a personalidade, que não lhe recusam nada.
Vós dizeis que amais a verdade. Eu não me apercebo disso, pois quem gosta verdadeiramente de qualquer coisa faz sacrifícios para a obter e recusa-se a viver tudo o que pode impedi-lo de encontrar aquilo de que gosta. Ora, vós não prescindis de nada; portanto, não vinde dizer-me que amais a verdade. Os homens querem entrar no Reino de Deus com rebanhos de ovelhas, com porcos, galinhas, coelhos; nem sequer vêem que os animais que eles comeram caminham a seu lado. Mas esses animais estão presentes e gritam: «Por que é que me tiraste a vida? Eu queria evoluir, queria viver. Por que é que me mataste para me comer? Então, agora faz-me evoluir em ti, porque eu também vim à terra para aprender.»
Sim, os animais que comestes estão dentro de vós e podeis aperceber-vos da sua presença nos impulsos de ódio, de cólera, de inveja, de sensualidade, que vos atravessam. Vós direis que estamos no reino dos homens... De maneira nenhuma! Através dos homens, é ainda o reino dos animais que se manifesta. O verdadeiro homem é aquele que compreende e que cumpre a vontade de Deus. Ora, os humanos vivem constantemente com angústia, com ódio, com inveja, com medo, com cólera. Pensais que é isso o reino dos homens? Não, esse ainda não veio; de vez em quando, ele manifesta-se um pouco, algures, mas não passa disso. Quando vier realmente o reino dos homens, aquilo a que a Tradição chama “a sexta raça”, tudo será transformado.
A Ciência esotérica ensina-nos mesmo que, no futuro – um futuro longínquo, evidentemente –, os homens deixarão a terra para viverem noutros planetas, e que os animais é que herdarão a terra. Então, para comunicarem entre si, os homens utilizarão o pensamento, o olhar, as cores. Bastará enviar um olhar, mas será um olhar tão magnífico, que aquele que o receber nunca mais o esquecerá.
Na sexta raça, os homens desenvolverão sobretudo o sentimento fraterno. Na quinta raça, o desenvolvimento quase exclusivo do intelecto teve como consequência uma atitude de agressividade, de crítica, de separatividade, e é por isso que os homens não são felizes. Agora, eles devem procurar desenvolver outra coisa: a sua alma. Mas a alma só pode desenvolver-se na vida fraterna, onde, tal como abelhas que se reúnem para preparar o mel, todos trabalham para cumprir a vontade de Deus, a fim de fazerem descer o seu Reino à terra. Na sexta raça, os homens realizarão o amor e a sabedoria; na sétima raça, será a verdade que se revelará. A quinta raça era a raça do intelecto; a sexta raça será marcada pelas trocas entre os homens, pela fraternidade. “


Texto retirado do livro "AS DUAS ÁRVORES DO PARAÍSO", do Mestre Omraam Mikhaël gentilmente cedido por Publicações Maitreya

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Deus onde estás?






Jesus fala, muito, em bom tom, e para TODOS
Jesus não vem, Ele já está cá, na orla Crística que circunda o nosso coração
Não o escutamos quando nos fechamos ao conteúdo das suas palavras, o que cria uma barreira “acústica” que impede (convenientemente) a percepção.
Para O ouvir, basta tão só retirar os “fones” do alienamento, transpor o medo de O reconhecer como o amigo incondicional da humanidade, sempre presente, na melhor versão de nós mesmos

A.
22 Nov 2017


A determinada altura da sua vida um homem despertou para a inquietação do vazio existencial e enveredou por uma intensa busca espiritual.
Encontrou de tudo, desde credos paliativos cujas teorias não colmatavam as suas dúvidas, fanatismos enraivecidos que matavam e amaldiçoavam em nome de Deus.
O nosso personagem enredou-se na teia mais abrangente, actualmente, dos Véus de Maia. A sua busca tornou-se num circuito de desilusão, cansaço, descrença, e quase desistência.
Um dia, ao fazer aquela que se propôs ser a sua última tentativa, encontrou-se frente a um comprido e alto muro, no qual a luz solar por estranha configuração projectava uma sombra de contorno enorme, magnífica, esplendorosa.

 E o homem pensou:
- Afinal valeu a pena todo este trabalho e carga de  enganos e desilusões, creio que finalmente encontrei Deus.

E munindo-se de coragem gritou para a sombra:
- Deus estás aí? Deixa-me entrar…

E Deus respondeu:
- Filho meu claro que estou aqui…como sempre estive, em Ti…o que vês é a tua própria sombra… e por favor, agora que estás crescido deixa de brincar às escondidas comigo,  não me aprisiones mais…DEIXA-ME SAIR!....




Vozes da Terra
11 de Julho de 2013



terça-feira, 21 de novembro de 2017

Estimado Francisco




Estimado Francisco

Sabes que sinto admiração pela tua coragem em enfrentar um dos mais poderosos grupos de domínio da humanidade, que é a Legião do Vaticano. Não vou nomear os porquês, tu sabes bem quais são. Como também sabes que não deixei nenhuma religião formada, porque não era essa a razão da missão que Me propus. Apenas ensinei a que cada qual se encontrasse em si mesmo nas Minhas palavras, como extensões de Mim, pois tal qual Eu, sois Filhos Unigénitos de Deus.
Por estes dias desiludiste-Me… Como podes aceitar e promover o Dia Mundial do Pobre? Como podes legitimar e avalizar a instituição da pobreza? Como podes subverter o Meu ensinamento maior, o que mais prodiguei nos meus actos, a Fraternidade? Como podes acobertar que aqueles que produzem os “pobres”, tenham agora um ghetto onde os podem enclausurar, um parque de despejo institucionalizado, onde os “piedosos”, os curiosos, os fariseus a arrotar palavras Minhas possam ir lavar a culpa, fazerem selfies com os "pobrezinhos", e propagandear a "generosidade da doação” dos seus desperdícios, dos seus excessos? Onde estavas com a cabeça Francisco?
Mas Eu Sei que despertarás desse devaneio! Renega o conceito da pobreza! Ensina aos ricos, a começar pela Igreja, que riqueza estagnada que não gera emprego ou sustentabilidade é o lodo onde a sua alma se afunda - ensina aos inconscientes que os valores do exacerbado consumismo pessoal seria suficiente para gerar modos de vida dignos para a maioria dos "pobres" - aos poderosos que consomem inacreditáveis meios para fazerem armas e venenos de destruição de inocentes, diz-lhes que cada bala, cada droga, são os tijolos do seu império infernal - aos que se ajoelham hipocritamente diante de ti e beijam o anel que supostamente Me simboliza, ensina-os o que é a FRATERNIDADE, tão simples, é apenas criar as condições para que nunca a pobreza se instale – diz-lhes que quando um “pobre” se vê obrigado a estender a mão, é mais uma lança no Meu costado!
Faz valer a tua voz, Francisco, enquanto o teu tempo existe, e o deles também, dessa classe a quem sim podemos chamar pobres…de Espírito, de Humanismo, de MIM.



segunda-feira, 20 de novembro de 2017

20 de Novembro dia da Declaração dos Direitos da Criança

    

Amigos permitam-me lembrar que esta declaração existe e foi aceite pelos países à mais de 60 anos….


1-   Todas as crianças têm o direito à vida e à liberdade.
2-   Todas as crianças devem ser protegidas da violência doméstica.
3-   Todas as crianças são iguais e têm os mesmos direitos, não importa sua cor, raça, sexo, religião, origem social ou nacionalidade.
4-   Todas as crianças devem ser protegidas pela família e pela sociedade.
5-   Todas as crianças têm direito a uma nacionalidade.
6-   Todas as crianças têm direito a alimentação e ao atendimento médico.
7-   As crianças portadoras de dificuldades especiais, físicas ou mentais, têm o direito a educação e cuidados especiais.
8-   Todas as crianças têm direito ao amor e à compreensão dos pais e da sociedade.
9-   Todas as crianças têm direito à educação.
10-  Todas as crianças tem direito de não serem violentadas verbalmente ou serem agredidas pela sociedade.


Imaginem uma dimensão espacial...






 - Onde o conceito de “ódio” não faz sentido , porque não existem  tormentos mentais. Em que as principais emoções negativas: raiva, inveja, ambição, apego, arrogância, fazem parte de um arquivo blindado ao qual se acessa apenas como exemplo do pré-humanismo.
 - Na qual, a igualdade é nos deveresassimilados no plano da mente superior (supraconsciência), e  em que cada ser  cumpre o seu papel, sabendo-se  peça íntegra e insubstituível para o resultado da obra final, da qual irradiam os direitos, êxtase amoroso, comum a todos.
 - Dimensão em que a doença foi erradicada, pois a motivação da mesma, que é o  conflito entre a Alma e a Mente, foi também erradicado através da real percepção do que somos, e que a missão individual, tem como fim, a integração na Unicidade Plena.
 - Em que a paz é o envoltório natural do psiquismo de todas as consciências dessa dimensão, sacralizadas pela pureza da comunicação telepática, comum a todos, sem segredos ou retenção.

Esta, é uma das muitas dimensões celestiais, o Céu mais próximo das nossas coordenadas  planetárias, aquele que,  com um mínimo esforço podemos alcançar.

E é também, aquele que na sua infinita compaixão nos observa , translúcidos, maioritariamente hipnotizados pelo brilho ilusório da matéria, pela qual se exacerbam as baixas paixões e emoções, que degeneram na barbárie, crueldade, domínio, ignorância, fanatismo, indiferença pela dor alheia.

Estes adereços, tanto se podem encontrar numa seita religiosa, num estádio de futebol, numa “jihad”,  e na maior parte dos círculos político/governativos mundiais do qual o nosso País é hoje um exemplo. A isto juntam-se outros movimentos regidos pelo obscurantismo espiritual e manipulados por secretos e ignominiosos  poderes. 

As mostras auditivas, visuais, gráficas, tão bem patentes e expostas pela comunicação “social”, que brinda os lares, os lugares públicos, as pessoas, as crianças, com as imagens da barbárie e com as opiniões dos abutres que não conseguem esconder o regozijo e a pressa em cair sobre a presa, são afinal, a irradiação da chancela de todos nós, são o poder que lhes atribuímos.

Acrescentemos-lhes os novos manipuladores da crendice humana cuja terminologia está baseada em afirmações difíceis de rebater para a maioria das pessoas, como seja a generalidade dos conceitos quânticos. 

A saturação energética  planetária de índole negativa está a chegar ao seu auge! e cada um de nós é co-responsável pela emissão radioactiva do seu campo vibracional. O teor e nível da nossa vibração individual é o aferidor do grau de desperticidade, que é o único caminho ao mundo que almejamos.


A cosmoética é a mais atenta realidade quântica.



 A.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Amizade




Uma má colheita não define um campo de cultivo. Sejamos sempre confiantes na dádiva que é a amizade



Não é fácil falar de amizade, sobretudo ao tentar evitar as frases feitas, e os conceitos banalizados e limitadores. Fala-se muito em amizade, desvirtuando-se na maior parte dos casos a força e o significado desse elo de união entre os Seres. Amizade é uma tarefa que se desenrola em todos os aspectos da nossa vida e que como tudo o que é válido e perdura requer trabalho e entrega.
Amizade é uma forma de Amor, provavelmente a mais pura forma de amar. É uma ponte entre duas pessoas que, independentemente daquilo que passe sobre ou sob a ponte não se desgasta, não se altera, não se danifica.
Lembro alguém que me dizia: “em todo tipo de relacionamento que se gera entre as pessoas, existe uma dependência, um interesse implícito que promove o relacionamento”. Sim! Na maior parte dos casos esse interesse existe, seja a dependência económica, a solidão, carência afectiva, inclusive nos relacionamentos familiares a dependência é moeda de troca dentro do plano afectivo.
No entanto, naquele sentimento de amizade que temos a graça de partilhar com alguns Seres, apenas damos e recebemos uma corrente energética maravilhosa, que passa pelas coisas mais simples, como a comunicação telepática na hora certa, até ao ombrear lado a lado em trabalhos, projectos ou momentos difíceis… sem interesses, sem cobrança, sem outra intenção que a de sentir a sensação plena da Unicidade, de que a sensação da outra pessoa, é nossa antes de ser dela, e como tal, cabe a cada um suprir-se a si próprio de auto-estima, de ternura, de harmonia, de alegria, de serenidade, de carinho para distribuir, doar... e a forma mais simples e fácil de fazer tudo isto é através da mais bela forma de Amar, que é conhecida pelo nome de AMIZADE.



Maria Adelina

Outubro/2010



sábado, 11 de novembro de 2017

Reparem bem... Isto é a realidade da manipulação generalizada da humanidade

Trecho retirado do Macroscópio

Por José Manuel Fernandes


Em contrapartida o que cada vez mais pessoas tomam em conta, e as preocupa, são os efeitos que a inteligência artificial e a automação terão sobre a organização da sociedade e o mercado de trabalho. É o outro lado da euforia de todos os que estiveram na Web Summit, um outro lado que Manuel Muñiz aborda no Project Syndicate em Economic Growth Is No Longer Enough. É um texto onde sublinha, por exemplo, que “Automation of fairly sophisticated routine jobs is driving the polarization of the labor market. What remains are either hard-to-automate tasks that require little or no skill, or hard-to-automate tasks that require very high skills. The latter jobs are much smaller in number than the former, and they happen to be in frontier firms that are leveraging the effects of technology to outperform direct competitors, and to expand into new markets. This brings us to the central question of our era: How can leaders address the externalities produced by rapid technological change, and thereby ensure economic and political sustainability? Put another way, how can we construct a new social contract for the digital age?


 
A semana passada a The Economist dedicou a sua capa, o seu primeiro editorial e o seu artigo de fundo às redes sociais – mas não para as elogiar, antes para sublinhar os riscos que colocam. O título não podia ser mais sugestivo: 
Do social media threaten democracy? O texto explica a lógica de funcionamento das redes, que abrem quase infinitas possibilidades de intervenção a quem as saiba utilizar de forma sofisticada: “They collect data about you in order to have algorithms to determine what will catch your eye, in an “attention economy” that keeps users scrolling, clicking and sharing—again and again and again. Anyone setting out to shape opinion can produce dozens of ads, analyse them and see which is hardest to resist. The result is compelling: one study found that users in rich countries touch their phones 2,600 times a day.” Qual o problema? É que os utilizadores só vêm o que lhes é mostrado, e o que lhes émostrado é aquilo de que eles gostam, ou seja, “the system dishes out compulsive stuff that tends to reinforce people’s biases”.
 
Como é sabido a campanha de Trump usou com mestria as redes sociais para fazer chegar as suas mensagens exactamente a quem queria que estas chegassem, sendo que o arquitecto dessa estratégia, Jaime Bartlett, até esteve na Web Summit. Muitos apuparam-no, mas Ricardo Costa, no Expresso Diário, defendeu que estamos perante 
O homem que percebeu o Facebook. Como? Assim, por exemplo: “É incrível como há um ano não havia quase ninguém a prestar atenção ao uso que a campanha de Donald Trump estava a fazer do Facebook, com uma publicidade programática tão especializada que chegou a fazer várias vezes mil (sim, mil) versões ligeiramente diferentes do mesmo anúncio e pequenas mensagens dirigidas apenas a quatro (sim, quatro) eleitores! Tudo isto feito por programação e com equipas inteiras de funcionários do Facebook contratados pela campanha de Trump. Atenção, que os mesmos serviços foram oferecidos à campanha de Hillary, mas foram recusados...”
 
Gordon Hull olhou para estas possibilidades e, na Capx, atraveu-se a ir mais longe do que a Economist em 
Why social media is bad for democracy. A sua tese é que as redes sociais acentuam a estanquidade das “bolhas” em que os eleitores vivem, “bolhas” onde só conhecem a parte da realidade que reforça as suas ideias e os seus preconceitos. Sobre as consequências que isso tem para a democracia recorda “The late political scientist Benedict Anderson famously argued that the modern nation-state is best understood as an “imagined community” partly enabled by the rise of mass media such as newspapers. What Anderson meant is that the sense of cohesion that citizens of modern nations felt with one another – the degree to which they could be considered part of a national community – was one that was both artificial and facilitated by mass media. Democratic polities depend on this shared sense of commonality.” Ou seja, ter o sentido de pertença a uma mesma comunidade é importante para que exista um espaço comum onde se debatem ideias e propostas: “Communities share and create social realities. In its current role, social media risks abetting a social reality where differing groups could disagree not only about what to do, but about what reality is.”
 
Julgo que a leitura destes dois artigos justifica recuperar um ensaio de Marc F. Plattner publicado em Outurbo de 2012 no Journal of Democracy, um texto muito sólido sobre a relação entre órgãos de informação e democracia. Trata-se de 
Media and Democracy: The Long View e nele já se mostrava como a pulverização do espaço público, ainda antes das redes sociais terem chegado à actual sofisticação, estava a erodir o espaço público essencial ao debate de ideias em qualquer democracia. Como já então notava, “There is reason to think hard about what could be done to counter media tendencies that threaten to erode the shared civic arena essential to democracy.”
 

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Nada escapa à tentativa de Totalitarismo que ameaça a Pátria


Padre António Vieira

Foi contra a pena de morte/ contra a escravatura e anti-colonialista, dando provas disso na sua vida, quando viveu nos tempos
de efectiva escravatura, no Brasil.
Preconizou o futuro «5º Império » _ ou seja _ a evolução humana vivida à Luz de uma verdadeira e qualitativa evolução Espiritual.
Seus textos são de um humanismo refinado e muito evoluído para o seu tempo. São, portanto, de uma OPORTUNIDADE E ACTUALIDADE que se impõe repensar..., nestes nossos dias tão pobres e perdidos de genuínos valores humanos!
Só quem não o leu e não o conheceu (entendeu), é que pode estupidamente anular e preterir A FIGURA e o pensamento evoluído
e profundo deste grande português e humanista, que foi, sem dúvida alguma, uma das grandes figuras da Cultura Portuguesa e,  até Ocidental _ sob a tónica dos actuais Valores Humanos.
Alvuskerke



terça-feira, 31 de outubro de 2017

SAUDADE DO MEU PAÍS!





Era um tarde de um dia de semana. No meu escritório de um 7º andar de uma das ruas mais movimentadas do Porto, aguardava pelas 15h00 enquanto trabalhava, sentindo uma expectativa crescente sobre o que iria acontecer: irão as pessoas aderir? Uns minutos antes daquela hora parei de teclar e dirigi-me ao terraço fantástico que ficava nas alturas, de onde avistava uma paisagem que se prolongava no olhar por terras vizinhas. Mas logo ali, debaixo e bem mais perto do meu olhar, estava a Rua Fernandes Tomás, na sua azáfama e frenesim habitual, de pessoas e carros, cujo movimento era ritmado pelas buzinas e palavrões dos mais impacientes. Irão parar?
Às 15h00 em ponto os carros, um a um começaram a parar na rua. Os seus condutores abriram as portas e puseram-se ao seu lado, numa atitude de respeito e de introspecção, como se depreendia do seu queixo apontado ao chão. Pelos passeios, uma amoldura de pessoas apressadas, que subitamente suspendeu o próximo passo e se quedou no passeio, com o queixo apontado na mesma direcção. Foram 3 minutos em que não se ouviram buzinadelas, nem o tão afamado calão portuense, vindo de alguma garganta apressada e mais distraída, alheada do que ali se passava. Este cenário repetiu-se por todo o país durante 3 minutos, durante os quais os Portugueses mostraram a sua solidariedade com o Povo irmão de Timor, que era massacrado nos écrans das nossas televisões e dava os últimos Gritos de Ipiranga, para alcançar a tão desejada liberdade e independência.
Hoje pergunto com saudade: para onde foi este meu País? Para onde foi o país dos destemidos e inconformados marinheiros, Infantes, povo incógnito, que encheu caravelas? Terá zarpado com os portugueses que emigraram, inconformados com o país que não lhes proporciona trabalho com salário digno? Serão esses que ainda carregam o gene do inconformismo e da luta destemida, aventurando-se por mares e terras desconhecidas, à procura do pão que o seu país lhes nega?
Em Espanha morreram cerca de 40 pessoas num incêndio, na mesma altura em que por cá se ultrapassava a fasquia da centena. Lá saíram logo à rua, sem esperarem pelas redes sociais, e nas ruas ficou bem claro que não iriam tolerar outro desastre igual. Na Islândia um Povo cercou durante três dias o parlamento com panelas, até o governo que queria assumir os prejuízos dos bancos se demitir. Por cá “tá-se bem!”. Morrem compatriotas nossos numa estrada, que podia ser a estrada de um passeio de fim-de-semana de qualquer um de nós, e continua-se com a vidinha do costume! Lá se faz uma chamada de valor acrescentado, vamos a um concerto para festejar a tragédia, aliviamos a consciência e “tá-se bem!”.
No dia a seguir continuamos a ver o autocarro povoado de autómatos com fones nos ouvidos, a ver um país que não exercita os neurónios, porque pensa pelos comentadores de serviço, sobrevivendo na vidinha do dia-a-dia, aliados do sofrimento das imagens dos rostos que nos entram na sala pela televisão, que perderam tudo, levado pelo fogo. Até o Pinhal do Rei não escapou desta vez!

E dou por mim a pensar: que saudades do meu país que ficou algures perdido naqueles três minutos, de uma tarde longínqua! A minha esperança é que um dia destes o encontre ao virar da esquina e lhe diga com a saudade que um velho amigo nos faz sentir: já fazias falta! Ainda bem que voltaste!


Marta Sobral