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segunda-feira, 11 de novembro de 2013


AS CILADAS E OS LAÇOS FAMILIARES:
COMO ENTENDER E COMO CURAR


LAÇOS DE FAMÍLIA

Um laço é algo que pode prender uma coisa na outra.
Também pode ser considerado uma espécie de amarração feita com uma corda ou fita.
É por isso que a frase “laços de família” pode ser muito bem utilizada para esse contexto, exatamente porque a união de pessoas que forma uma família é algo muito peculiar e bem planejado pelo plano maior de Deus.
Entenda que o laço, embora seja uma amarração, apresenta uma possibilidade de ser solto com simplicidade, contudo, se alguma atitude ou manobra errada for tomada, então ele pode ficar ainda mais preso.
Na família não é diferente, você poderá fazer as coisas certas e ver a evolução acontecer com leveza e simplicidade, mas poderá fazer coisas erradas, e assim ver o emaranhado kármico intensificar-se.
Somos espíritos encarnados em corpos físicos na dimensão terrena com um propósito bem definido, a evolução e a elevação moral. Não somos o corpo físico, mas estamos nele, assim como um líquido que está dentro de uma garrafa.
Para que a evolução da alma aconteça, ainda no plano espiritual, em parceria com os amparadores e guias espirituais, planejamos a melhor forma de reencarnar, com o propósito de desenvolver as inferioridades da personalidade, bem como, de harmonizar antigos conflitos com outras almas.
Embora, quando estamos vivendo a experiência física da encarnação do espírito, planejamos a melhor cidade, a melhor cor de pele, a melhor estatura física, a melhor região, o melhor sexo, e entre tantos detalhes: planejamos a melhor família.
A família terrena é manifestação de espíritos unidos por laços karmicos negativos e positivos. É a própria confirmação da lei de causa e efeito, pois o ambiente familiar pode ser considerado o principal cenário para que a evolução espiritual aconteça. Por isso, o espírito humano tem a tendência de procurar reencarnar próximo aos grupos de semelhantes.

SEMELHANTE ATRAI SEMELHANTE

Esse nível de semelhança refere-se em especial aos aprendizados que são necessários àquele grupo de indivíduos, ou seja, um espírito ainda muito envolvido nas lamentações, nas críticas e na intolerância, também se aproximará magneticamente, por forças de leis naturais, de outros espíritos com o mesmo conjunto de inferioridades.

ESPELHO, PROJEÇÃO OU GATILHO

Esses são diferentes nomes dados para um tipo de situação que tem a capacidade de aflorar as tendências de inferioridades que estão presentes na alma humana. Isso quer dizer que a pessoa que precisa se limpar da mágoa, atrairá situações de mágoa para que possa passar pelo aprendizado novamente e que aprenda a superar essa negatividade.
Aquele que veio curar-se da culpa, atrairá para si pessoas que o faça sentir a culpa.
Aquele que veio libertar-se das críticas e da maledicência, atrairá pessoas que lhe aflorarão mais críticas e pensamentos maledicentes.

As situações, pessoas e acontecimentos ao redor de um indivíduo são manifestações naturais de causa e efeito que afloram exatamente a condição do nível de evolução de suas almas.
E, por assim dizer, o indivíduo encontra em sua família, com grande facilidade, pessoas que facilmente despertarão o seu lado negativo, entretanto necessário para que ele compreenda o que precisa ser curado. Por conta dessa natureza, teremos projetado em nossos pais, filhos, irmãos, cônjuges, tios, tias, avós, as nossas próprias inferioridades.
A falta de paciência surgirá com alguém da família não por causa da pessoa, mas porque essa é uma tendência que a alma da pessoa já tem. A rebeldia de um filho aflorará não porque a mãe é rígida, mas porque esta é uma emoção que precisa aparecer para ser percebida e curada. A vitimização aparecerá não porque alguém foi injusto com o familiar, mas porque essa emoção precisaria eclodir daquela alma para ser transformada em amor e perdão.
Não existe injustiça nas leis de Deus. É a lei de causa e efeito se manifestando e fazendo com que os desafetos se harmonizem. Se a vida é uma escola, então a família é a sala de aula e os nossos parentes são os nossos professores!

AS CILADAS FAMILIARES

Como as famílias são aglomerados reunidos pela lei de causa e efeito, pode-se concluir que há sempre muitos desafios para serem compreendidos. O primeiro deles é que existe uma missão principal em toda família: a harmonização nas relações.
Quando a vida na Terra se desenrola com o passar dos anos, uma família passa por situações naturais que geram as projeções. Essas projeções podem ser tornar elementos de muita discórdia e conflitos se não forem analisadas com a ótica do espírito. Normalmente, tudo isso ocorre pela ação arrasadora do ciúmes, das cobranças, das carências e dos medos.
Essas são emoções muito comumente afloradas no seio familiar. Se as emoções afloradas em cada situação não forem tratadas e analisadas com um olhar superior, com foco no amor, na tolerância e no perdão, os aglomerados kármicos tendem a ficar cada vez piores.
Em muitos casos, as emoções inferiores se revelam em situações comuns, o clima psíquico da família fica pesado e facilmente atrai espíritos desequilibrados em sintonia com os acontecimentos. A consequência é que além dos problemas comuns que a família vem enfrentando, ela passará a acumular outros agravantes no campo espiritual.
Situações assim acontecem com grande frequência quando há a negligência espiritual dos indivíduos daquele grupo familiar, pessoas normalmente alienadas de suas missões e verdades espirituais.
Cair nas ciladas dos laços familiares é deixar que as emoções negativas afloradas nas relações intoxiquem a visão espiritual dos fatos. Isso acontece quando estamos tão distantes de nós mesmos pela intoxicação gerada pelo egoísmo, pelo materialismo a pela corrida diária pela sobrevivência no modelo mundial de vida, que não nos damos conta de que somos espíritos reencarnando há milênios, por consequência dos mesmos erros causados pelo egoísmo e pela alienação espiritual.

A ANTIPATIA ESPECÍFICA

No ambiente familiar, os conflitos são comuns por conta do afloramento natural da inferioridade emocionais que surgem, contudo, em alguns casos há um nível mais intenso de implicância e antipatia. Notadamente esses casos revelam laços negativos de vidas passadas se mostrando.
E, embora esses casos sejam muito complicados, são eles o reveladores da necessidade se envolver com doses extras de amor e perdão. Nesses casos específicos, uma pessoa consciente das verdades espirituais precisa saber dar mais atenção, mais respeito, mais tolerância e mais amor para que os laços negativos sejam desfeitos, porque casos como esse revelam um grande potencial de libertação.

Avalie a sua família neste instante, pense nas pessoas que você tem mais conflitos ou implicância, então entenda que você pode estar desperdiçando uma incrível chance de promover uma cura espiritual. Olhe cada situação como essa com mais amor e com mais dedicação, no sentido da necessidade que você tem de se harmonizar com aquela pessoa.

O EFEITO REDENTOR DA ORAÇÃO NO LAR

Os conflitos quando surgem, indicam que os laços do passados estão se mostrando na experiência atual, contudo, aquele grupo familiar não está entendendo os aprendizados necessários. Como o clima psíquico fica pesado, a ação devastadora da discórdia atrais mais espíritos em desarmonia para aquele ambiente familiar e a situação piora.
A prática da oração no lar, realizado periodicamente pela família, pode produzir uma terapia profundamente eficiente em todos os membros da família, bem como, em toda a atmosfera espiritual relacionada.
Assim sendo, o início do processo de cura dos laços familiares negativos pode acontecer pela simples prática do evangelho no lar, em que a presença de energias balsâmicas ancoradas nas orações, e a ação dos benfeitores espirituais, poderá direcionar a sintonia daquela família na direção da harmonização dos laços.

ENTENDER A MISSÃO

A família reúne espíritos que estão em processos evolutivos muito semelhantes e também que possuem situações de vidas passadas que precisam ser resgatadas entre os integrantes. A proximidade que a família gera entre as pessoas é a força necessária para que as situações redentoras ocorram.
Desta forma, antigos inimigos de outras vidas podem reencarnar em uma nova experiência como mãe e filho, pai e filha, marido e mulher, irmão ou irmã. O grau de parentesco surge naturalmente por conta da ação de leis naturais que constroem a melhor condição para que os aprendizados ocorram e para que o amor supere o medo, a dor e o rancor.
Para que você seja feliz na sua família, você precisará avaliar com calma e leveza todas as relações familiares como desafios evolutivos, e a partir disso aprender oferecer muito amor, perdão, gratidão, aceitação e paciência em cada situação e em cada conflito.
Acima de tudo, a lição maior é aprender a identificar em você quais emoções negativas são afloradas em cada situação familiar.
Avalie criteriosamente as emoções negativas que cada familiar desperta em você. Compreenda com atenção que cada um é gatilho seu, pois tem a capacidade de aflorar da sua alma emoções que você precisa curar.
Perceba que ninguém é culpado pela sua mágoa, pois ela já existia em você e foi apenas acordada naquela situação gatilho. Perceba que ninguém é responsável pela sua irritação, pois já existia na sua alma, foi apenas alguém que despertou ela em você.
Portanto descubra que cada relação familiar pode afetar você porque você tem as emoções negativas que essas pessoas acionam. Quando você se conscientizar que é você quem precisa curar-se primeiro e que der a atenção devida para a sua reforma íntima, a sua relação familiar irá dar um grande salto positivo. Tudo gira em torno da sua dedicação em viver uma vida com o foco na sua real missão, que é a evolução espiritual.

SER E ESTAR

Ele não é o seu pai, mas é um espírito que reencarnou como seu pai, e está seu pai, pela necessidade que existe de que esse grau de parentesco gere mais amor e mais harmonia.

Ela não é a sua filha, mas é um espírito que está sua filha, e assim reencarnou pela necessidade que existe de que esse grau de parentesco gere mais amor e mais harmonia.
Ele não é o seu irmão, mas está seu irmão pela necessidade que existe de que esse grau de parentesco gere mais amor e mais harmonia.
Quando você considera que ele é “seu” filho, “seu” irmão, “seu” pai, cai na armadilha da ilusão, enfrenta sofrimento e ao invés de soltar os laços negativos gerados pela lei de causa e efeito, acabam que por amarrando ainda mais as coisas.
Você só irá se libertar se entender que você não é o que é, mas está o que é.
Você é um espírito que está pai, está filho, está irmão, está homem ou mulher, está negro ou branco, está alto ou baixo, está velho ou novo.
Não se iluda você não é o seu corpo, você está nele!

A MISSÃO DE CADA UM

O segredo da harmonia familiar é o respeito entre as partes.
Quando você quer que o outro se comporte de um jeito que você acha que seja o certo, por mais que pareça realmente que você sabe o que é o melhor para a outra pessoa, então você começa a sobrecarregar as relações.
Quando você não entende a decisão do outro, você sobrecarrega as relações.
Quando você critica, você armazena conflitos, quando você se magoa e não perdoa, você cai nas ciladas e prejudica a atmosfera espiritual das relações.
Quando o integrante da família ainda é jovem, portanto ainda não alcançou a maioridade, é de se esperara que os seus pais sejam mais participativos na sua educação.

 

 

http://stelalecocq.blogspot.com/2013/11/as-ciladas-e-os-lacos-familiares-como.html

 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Os Maleficios do Alcool

 
 
 
Texto de Maria Ferreira da Silva 




em 16 Out 2013


 
Finalmente vemos tomadas medidas sérias sobre o consumo do álcool a nível nacional e nternacional. Poderia dizer-se que é tarde, mas como diz o ditado: «mais vale tarde do que nunca». 

Tarde no sentido de que já muitos seres se arruinaram psíquica e intelectualmente com tão nefasto vício, verdadeiro flagelo da humanidade. Não exagero, apenas sou realista quanto às consequências destruidoras das capacidades mentais do ser humano que o álcool provoca, seja de que forma for ingerido: vinho branco ou tinto, cerveja ou bebidas altamente sofisticadas (misturas), que se vão inventando para que o consumo se mantenha e seja rentável. Infelizmente, quem estimula o seu consumo, assim como quem o consome, está a ditar a sua própria sentença... 

Se o país tem tanta gente depressiva, a este deplorável vício se deve, pois a ele se recorre para instantaneamente se apaziguarem os sentimentos e emoções que perturbam. Sim, não se bebe porque se está depressivo. Esse estado na maior parte dos casos é já fruto do hábito do álcool e não o contrário – bebe-se por hábito social e como já referi em inúmeros artigos de alerta para este problema, beber é de “bom-tom”. E assim um bom vinho à mesa, ou fora dela, como forma de criar ambiente e certa boa disposição, vai encobrindo problemas pessoais de frustrações, causados na maior parte das vezes por uma forma incorrecta de viver, começando pela má alimentação, ambições excessivas ou mesmo mau carácter. A fuga a si próprio resolve-se bebendo. O álcool acaba por ser para muitas pessoas uma auto-medicação para o sindroma da ansiedade. E anos a fio, naquele hábito em que as pessoas pensam que não faz mal, afectam lentamente o cérebro e as capacidades mentais vão ficando seriamente danificadas ou mesmo destruídas. É de se lamentar as pessoas quererem sentir-se bem num instante de prazer, a troco da destruição física, psíquica e o mais grave espiritual para o resto da vida ou mesmo para muitas vidas... 
Depois de muitos anos nesse hábito, mesmo quando se pára, são precisos alguns anos para que a recuperação psicossomática se faça.

Uma mente sã é aquela que tem claridade no pensar. Ora o consumo do álcool destrói esta capacidade criando a confusão mental. A confusão leva ao mau estar, mesmo à infelicidade, criando o inevitável sofrimento e para sair disto, o tomar-se um copo de qualquer bebida alcoólica tem um efeito imediato no funcionamento cerebral, obrigando a impulsos no cérebro fora do funcionamento normal que mais desgastam os processos naturais.
Vivemos num mundo e numa fase desgastante em que a lei do mais fácil prevalece, numa fuga ao olhar de frente os problemas, ou não aceitando aquilo que a vida nos coloca e do qual não gostamos. O álcool consumido muito ou pouco é o hábito mais nefasto para a mente, pois destrói o maior bem do ser humano que é a capacidade de “ser Consciente”! A evolução espiritual e mental da humanidade é o caminho da auto-consciência, o álcool tem uma função inversa: inconsciência de si!

Os processos internos da ansiedade que no fundo afectam qualquer ser humano, resolvem-se pelo estado consciente de observar-se a si mesmo quando tal sentimento se instala que, embora subtil, por vezes (não se sabe porquê), pode-se a pessoa aperceber dela, nomeadamente quando a mente busca algo que venha em socorro da perturbação psíquica que está a sentir (pressão mental), levando a gestos imediatos como comer, geralmente fora de horas ou excessivamente às refeições, bem como chocolates e bebidas estimulantes; como ainda procurar saída por outras vias que levam ao desgaste inútil de energias.

A ansiedade ou outro tipo de emoções perturbadores resolvem-se quando se encontra o objectivo interno espiritual pois é nessa direcção que a vida tem o seu propósito, onde a mudança de atitude, correspondendo aos anseios da Alma, encontra a tão procurada paz: aquele benefício que dá um sentido à vida…
Mas como educar agora os jovens, para que não venham a cair na mesma ilusão das gerações anteriores? Com campanhas de alerta e educativas, apontando os males que daí advêm para a saúde, especialmente no cérebro, trabalho de informação onde a medicina tem um papel preponderante.
Congratulamo-nos com as novas regras a nível nacional e europeu sobre o consumo do álcool.

Maria Ferreira da Silva

SpiritusSite


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Fazer o bem melhora sua genética e sua saúde


Caros Amigos

Mais um interessante texto de Sérgio Scabia que nos indica algo que há muito pressentimos que a saúde tem uma correlação directa com o bem que se prodiga aos outros e consequentemente a nós próprios. Seguindo a linha que há muito nos indicou o monje budista Matthieu Ricard, este artigo apresenta-nos as “provas cientificas” para aqueles que delas precisem.
Boa leitura

 

Fazer o bem melhora sua genética e sua saúde

:: Sergio Scabia ::
Imagine viver em total plenitude sua vida sem precisar usar remédios, resistindo bravamente a toda sorte de vírus e outras ameaças transmitidas pelo ar ou pelo contacto, ficar dezenas de anos sem precisar tomar injecções... economizar as onerosas despesas com planos de saúde em vez de realizar aquela viagem tão desejada e merecida... Não se trata de mais uma utopia e nem de mera sorte; a fórmula parece ser bem simples e prática: aplicar o "Fazer o bem" à sua vida.
Assisti casualmente (na realidade, o Universo conspira sem parar, basta estar receptivo) faz uns dez dias, a uma reportagem da Globo News na qual o correspondente de Nova York, Jorge Pontual, trazia a informação promissora com os resultados de uma pesquisa extremamente interessante realizada por Steven Cole, um pesquisador da UCLA (Universidade da Califórnia - Los Angeles).
Não foi fácil encontrar pela busca na Web o vídeo do programa e menos ainda -com base na fala de Pontual- o texto original com o resumo da pesquisa, publicado em 02 de Agosto de 2013, no site do Medical News Today.

A pesquisa
Cole, o cientista americano, dirige um time de especialistas que examinou 21.000 genomas de humanos com referência a duas diferentes classificações de felicidade:
- O bem-estar altruísta - o tipo de felicidade associado a um "profundo propósito e sentido da vida".
- O bem-estar egoísta - o tipo de felicidade associado unicamente a uma total gratificação pessoal.

 80 pessoas adultas pertencentes aos dois tipos foram testadas levando em consideração potenciais psicológicos negativos e elementos comportamentais. Amostras de sangue foram retiradas, mapeando os vários efeitos biológicos dos altruístas e dos egoístas, utilizando um perfil de expressão genética chamado CTRA, algo como "resposta transcricional permanente à adversidade". O CTRA é uma mudança associada a um aumento da inflamação e uma diminuição nas actividades antivirais com os genes. Esta resposta, observa Steven Cole, provavelmente evoluiu para ajudar o sistema imunológico, na sequência da mudança de padrões, tais como ameaças microbianas que acompanham a mudança das condições sócia ambientais - por exemplo, conflito social e de contacto.
O estudo mostrou que as pessoas que tinham níveis elevados de "bem-estar altruísta" tinham baixos níveis de manifestação do gene inflamatório e exibiam abundância de genes antivirais e anticorpos.
O oposto é verdadeiro para as pessoas que tinham altos níveis de bem-estar egoísta - resultando em alta da inflamação e baixa manifestação antiviral e de anticorpos.
Steven Cole e sua equipe vêm estudando durante os últimos 10 anos como o genoma humano reage à "psicologia negativa", incluindo estresse, sofrimento e medo. Ele observa que "na sociedade contemporânea, em nosso ambiente muito diferente, a activação crónica por ameaças sociais ou simbólicas pode promover a inflamação e causar doenças cardiovasculares, neuro degenerativas e outras, além disso pode prejudicar a resistência às infecções virais".
Este recente estudo, que foi publicado na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências é o primeiro de seu tipo para conhecer os efeitos da psicologia positiva sobre a expressão genética. Embora os participantes do estudo com bem-estar altruísta tivessem perfis genéticos positivos em suas células do sistema imunológico e os do "bem-estar egoísta" tivessem perfis mais adversos, salienta Cole, que ambos os grupos não percebiam, nem sentiam nada diferente. Ambos os grupos tinham níveis semelhantes de positividade, mas seus genomas responderam de forma bastante diferente.

 Cole acrescenta:
"O que este estudo nos diz é que, fazendo o bem e sentir-se bem tem efeitos muito diferentes sobre o genoma humano, apesar de gerar níveis semelhantes de emoção positiva.
Aparentemente, o genoma humano é muito mais sensível a diferentes formas de alcançar a felicidade do que as nossas mentes conscientes".
A fé sem obras não é nada.
Quantos sábios nos alertaram sobre as maravilhas do amor incondicional, a importância da caridade, a necessidade de exercer a compaixão para com nossos semelhantes!
É uma pena que a grande imprensa não tenha dado a devida importância a esta preciosa e estimulante pesquisa divulgando-a com destaque, mais ainda, tendo o aval de uma respeitada Universidade norte-americana.
Ressalto aqui a importância --e a responsabilidade-- de divulgarmos a verdade, aquele essencial conhecimento --como o aqui relatado-- que tanto pode ajudar o próximo e, sendo devidamente espalhado, melhorar também o ambiente à nossa volta, multiplicando as boas acções e vindo a proporcionar a verdadeira felicidade, a que brota do coração, da percepção da Unidade do Todo que está em tudo!
Talvez seja preciso o estímulo da saúde perfeita para motivar as pessoas a optar por atitudes e frases do tipo: "Posso ajudar?" - "V. precisa de alguma coisa?" - "V. está bem?".

Sérgio Scabia