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terça-feira, 21 de novembro de 2017

Estimado Francisco




Estimado Francisco

Sabes que sinto admiração pela tua coragem em enfrentar um dos mais poderosos grupos de domínio da humanidade, que é a Legião do Vaticano. Não vou nomear os porquês, tu sabes bem quais são. Como também sabes que não deixei nenhuma religião formada, porque não era essa a razão da missão que Me propus. Apenas ensinei a que cada qual se encontrasse em si mesmo nas Minhas palavras, como extensões de Mim, pois tal qual Eu, sois Filhos Unigénitos de Deus.
Por estes dias desiludiste-Me… Como podes aceitar e promover o Dia Mundial do Pobre? Como podes legitimar e avalizar a instituição da pobreza? Como podes subverter o Meu ensinamento maior, o que mais prodiguei nos meus actos, a Fraternidade? Como podes acobertar que aqueles que produzem os “pobres”, tenham agora um ghetto onde os podem enclausurar, um parque de despejo institucionalizado, onde os “piedosos”, os curiosos, os fariseus a arrotar palavras Minhas possam ir lavar a culpa, fazerem selfies com os "pobrezinhos", e propagandear a "generosidade da doação” dos seus desperdícios, dos seus excessos? Onde estavas com a cabeça Francisco?
Mas Eu Sei que despertarás desse devaneio! Renega o conceito da pobreza! Ensina aos ricos, a começar pela Igreja, que riqueza estagnada que não gera emprego ou sustentabilidade é o lodo onde a sua alma se afunda - ensina aos inconscientes que os valores do exacerbado consumismo pessoal seria suficiente para gerar modos de vida dignos para a maioria dos "pobres" - aos poderosos que consomem inacreditáveis meios para fazerem armas e venenos de destruição de inocentes, diz-lhes que cada bala, cada droga, são os tijolos do seu império infernal - aos que se ajoelham hipocritamente diante de ti e beijam o anel que supostamente Me simboliza, ensina-os o que é a FRATERNIDADE, tão simples, é apenas criar as condições para que nunca a pobreza se instale – diz-lhes que quando um “pobre” se vê obrigado a estender a mão, é mais uma lança no Meu costado!
Faz valer a tua voz, Francisco, enquanto o teu tempo existe, e o deles também, dessa classe a quem sim podemos chamar pobres…de Espírito, de Humanismo, de MIM.



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