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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Que tal a seriedade e a ética como alternativa?




Mais um destapar de um pote que abundam no mercado das falácias dos “curadores”. Valem-se dos momentos em que as pessoas são, ou estão mais frágeis, nos seus campos físico, emocional ou mental, para criarem a ilusão de que são detentores de métodos que os tornam portadores da cura e da transformação dos efeitos dolorosos na vida das mesmas. Abutres que se alimentam da fragilidade, incapacidade, credulidade, ignorância, dos demais.
Uma das causas desta disseminação é a confusão no que respeita ao sentido dos termos na sua real significação e que é premente esclarecer.
- Numa vertente, temos a Fisioterapia nas suas muitas derivações e especialidades, principalmente, as que vêm de antigas e criteriosas escolas como seja a Medicina Tradicional Chinesa e outras, que formam TÉCNICOS (por via de largos e intensos anos de estudo) que os tornam aptos a serem agentes de recuperação cujo objectivo é preservar, manter, desenvolver ou restaurar (reabilitação) a integridade de órgãos, sistemas ou funções, afectados por doenças ou acidentes. São de louvar os bons técnicos destas áreas cujo desempenho é preponderante para a saúde física das pessoas e cujo trabalho lhes exige grande entrega, capacidade, e esforço psico/físico.
 - A outra vertente são as chamadas terapias alternativas ou métodos de harmonia, que sendo uma realidade de suma importância, têm vindo a ser de tal maneira conspurcadas que as podemos dividir em duas facções:
- Uma, é aquela onde se encaixa a notícia (ver link) geradora de mais um alerta dos muitos que temos publicado ao longo dos últimos anos. Tornaram-se moda os “espiritualistas profissionais” que no auge da conturbação deste fim de ciclo planetário e consequentemente da conturbação dos seres humanos, encontraram um vasto campo de negócio. Com “formações” de algumas horas ou dias, assumem-se condutores psíquicos e espirituais dos demais e valendo-se de um marketing intenso promovem os seus métodos de “cura e conquista de objectivos” na mais profunda irresponsabilidade e desconhecimento das razões, motivações, causas e efeitos da existência humana. Obviamente que o seu “trabalho” está sustentado em altos valores monetários, razão pela qual, não se poupam a esforços de tentarem persuadir mais e mais fregueses, que possam garantir a continuidade do negócio.
- Aquela a que podemos honrar com o nome de Terapeutas, são INICIADOS (que é o significado da palavra terapeuta) são uma raridade cujas actividades são direccionadas para o equilíbrio dos seres através da participação activa de cada um no seu próprio processo de superação e nunca pelo inculcar e acentuar a dependência de outros pela ilusão de pseudo curas externas à dinâmica da sua transcendência individual.
Qualquer processo de entreajuda não pode basear-se na fomentação da procura, tornando-o assim numa actividade comercial, o que obviamente deturpa a intenção da mesma.
Lembremos que todos somos dom do criador, e que com coragem e lucidez, está na hora da assunção dessa herança.

Luz, e Coragem para o ano do derrube de todos os véus, 2018 




Maria Adelina


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