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terça-feira, 23 de janeiro de 2018

A Via da Extinção



“No entanto, apetece-me dizer que a estupidez, o egocentrismo, a burrice (forte e dura) a falta de respeito pelas outras pessoas e também pelo planeta e tudo o mais que poderia dizer, do Sr. Donald Trump, (os adjetivos são tantos que correria o risco de me esquecer de algum), têm consequências nefastas para a vida dos californianos e do próprio território. Visão fatalista e fantasiosa da minha parte? Talvez. Mas será assim tão fantástico pensar que o planeta se revolta perante a falta de humanismo e de humanidade daquele que, só por acaso, é o presidente dos EUA? Não estaremos perante a revolta de uma Terra que começa a elevar a sua voz perante a falta do respeito que lhe deveríamos devotar?
Lembremo-nos da mitologia grega e romana e do modo como os deuses se revoltaram perante as atrocidades e dos encantamentos do Homem. Estaremos assim tão longe da mitologia? Não correremos nós também o risco de nos tornarmos deuses em vias de extinção?”

Elisabete Pinho

Aproveitando a boleia do desabafo da Elisabete, e não por simples concordância, mas por aquilo que a história ancestral nos exemplifica, é que a saturação da ignomínia no planeta (de qualquer tipo) tem um efeito que acciona um ciclo de Auto Purificação. É um processo automático, previsto na génese da criação, que regenera o aproveitável, para que a “função” dos seres humanos tenha a continuidade prevista pelo Criador.
Haverá alguns dos quais não temos registo, mas temos conhecimento de vários como sejam: O Dilúvio – Sodoma e Gomorra – A Lemúria - A Atlântida –
As ferramentas da Entidade Consciencial que é a Natureza são por norma a Água e o Fogo, ambos símbolos de purificação.
E o agora? O agora e em alguns povos, áreas geográficas, sociedades, está no limite desse nível, em contagem decrescente para um novo ciclo de Auto Purificação. Por vezes, é o próprio homem que faculta os meios mais eficazes como sejam bombas atómicas e nucleares, armas biológicas e outros.
Tal como nos povos e civilizações atrás mencionados o homem do agora desejou (deseja) ser Deus, desafiando o plano divino e a consequente razão da existência humana, mas, actuando pelo nível de degradação civilizacional a que se permitiu (permite) chegar.
Todos os dias somos informados (quando somos) de directrizes, leis, comportamentos, que desfilam diante de nossos olhos programados para as ignorar.
Todos os dias vemos (quem quer ver) as consequências, derivações, efeitos da liberalização (a que chamam direitos) de tudo aquilo que provocou a extinção dos povos e civilizações mencionadas.
Todos os dias as elevadíssimas Consciências Cósmicas observadoras do nosso percurso, dão “toques” à humanidade, hoje aqui, amanhã acolá, tentam ainda, que aconteça um despertar significativo em número, cujo teor intencional se agregue num potencial tal, que seja suficiente para a elevação da vibração planetária, tendo como efeito o desvio do “destino” que nós próprios criamos.
Dentro da palavra intenção encontra-se a locomotiva de tudo isto, ACÇÃO. Que acção promove qualquer de nós, pelo exemplo, escolhas, posturas? Esse é o cerne da reflexão.
Trump –  Kim Jong-un – Erdoğan,   e vários outros são, estão e fazem o que povos inteiros lhes permitem ser, estar e fazer. Por cá em tamanho “minion” também os temos…e dentro do tamanho e condições do país que os contém cometem “actos de governação” tão ou mais infames que os personagens atrás mencionados. Deixo bem alto e definido a expressão ACÇÃO, não a das claquetes Hollywoodescas (exemplo just in time de tudo o que foi dito) mas, a ACÇÃO antes de mais do exercício das nossas faculdades pensantes, consequentes escolhas, e a coragem para como uma unidade, as implementarmos a bem da humanidade, ou o remanescente da mesma.

Maria Adelina






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