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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Não deixaremos que nos roubem o Arco-Íris - (parte II)




Temos a noção?

E se a temos, tenhamos por bem saber que algo incomensuravelmente grande nos é pedido, irmos além da banal reacção provocada pelos interesses, pelos hábitos, pelo facilitismo de não pensar e apenas reagir movidos pela frustração e medo que estes assuntos exalam.
Tal como afirmado na parte I desta reflexão, não estamos a falar de homossexuais, até porque e para quem não esteja informado, sabe-se que os homossexuais estão salvaguardados pelos direitos básicos de qualquer constituição em países democráticos. Falamos sim, de uma organização que tenta “driblar” esses mesmos princípios democráticos, espalhada por muitos países, politizada, organizada e financiada para finalidades bem definidas e cuja argumentação é a imposição forçada, e a institucionalização das suas ideias sobre, e contra a maioria, ideias que são totalmente opostas aos princípios da existência e evolução do ser humano.
Além de avaliar a árvore, neste caso representada pelo interesse pessoal, devemos ter a capacidade e maturidade de ver a floresta, aqui representada pelo bem-maior da humanidade nos tempos que se avizinham, onde os nossos filhos e netos serão confrontados e oprimidos por aquilo que aprovamos com o nosso silêncio e indiferença. Essa é precisamente a pretensão do núcleo de poder oculto nos movimentos que insistentemente promovem e pretendem impor:
- A natalidade de viveiro
- A manipulação genética
- A ideologia do género
- A erradicação dos valores educacionais e comportamentais naturais
- A subvalorização do feminino cujos efeitos são hoje a causa de todo mal que corrói as raízes da nossa civilização
São inúmeros os exemplos do comportamento “anti-tudo” dos militantes ao serviço desta organização, talvez por se saberem protegidos por uma cúpula que lhes assegura imunidade.
Daí a necessidade premente da identificação consciente desta situação – o medo só tem poder onde exista ignorância dos factos.
Lembremo-nos que somos seres espirituais cujo meio evolutivo é o planeta Terra e cujo veículo materializado é o nosso corpo físico, primorosamente constituído nos seus dois géneros complementares, que nos permitem a vivência característica dos mesmos, e a transcendência da motivação de cada encarnação.

Não, não deixaremos que nos roubem o Arco-Íris






Maria Adelina de Jesus Lopes









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