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quinta-feira, 30 de março de 2017

Venerar, Amar, Praticar






Venerar, Amar, Praticar

“Venerar é demonstrar grande admiração por alguém, ou seja, é demonstrar respeito profundo, o que leva naturalmente a um grande afecto” Dicio

Sob este significado não é difícil navegar pelo rio da nossa vida, desde a nascente, e verificar onde se encontram os ressaltos em que a nossa alma expandiu por via da Veneração a alguém.
Quão abençoados são os que podem sentir Veneração, quão abençoados são os que são Venerados.
No entanto convém saber que a Veneração da alma não é composta de apego, dependência, inveja ou ciúme, isso é fascínio.
Num determinado espaço temporal e principalmente em personalidades imaturas e inconstantes ocorre a fascinação que após o limite das descobertas, provoca no fascinado saturação, competição, ou até inveja e ciúme pelas posturas ou qualidades que no outro o fascinaram.
A Veneração é um dom (individual) composto de profundo Amor pelo que se é no labor diário de auto aprimoramento, na fé da unidade universal, na capacitação de um coração aberto, verdadeiramente aberto à doação, à generosidade, que se auto experiencia pela transcendência da sua própria compreensão.
Com este suporte surge a capacidade de Venerar, não o que o outro é, o seu estatuto, mas o esforço e a intenção que esse outro expressa nas suas próprias lutas, que revela o surgimento intermitente do holograma do seu contorno divino, que por sua vez vai moldando em nós a compaixão suprema, e que por efeito de diapasão nos eleva às oitavas do amor incondicional e da plena gratidão.
Veneração é uma Prática nobre, exercida por poucos, mas possível a todos.
Veneração é a centelha, em nós, do Espírito Criador reconhecendo amorosamente a sua criação.

Maria Adelina

30 Março 2017




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