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segunda-feira, 16 de abril de 2018

O Céu e a Terra


O nosso percurso evolutivo está baseado numa premissa fundamental, pautada pela assimilação de tudo aquilo que aprendemos, que buscamos, ou vivenciamos.

Trabalho que de forma mais ou menos consciente vamos fomentando, e que é conhecido genericamente por “espiritualidade”, é tão só o revisitar os anais cósmicos, o vestir de novo a roupagem dum humanitarismo integral, e integrativo, num meio aonde viemos aprender a mais dura das provas, a sintonização com todas as demais formas de vida.

No mar de sargaços (confusão) em que se debatem ainda tantos seres, apela-se à partidarização e à fomentação de agrupamentos, contentores isolados e emparedados, que na sua estruturação se tornam naturalmente dependentes seja de um guia (guru) seja de normas e preceitos doutrinantes, ritualísticos, coadjuvados por um léxico de símbolos, aos quais se atribuem os mais variados poderes…Sob uma outra e enganosa imagem, continua a velha desresponsabilização que se gere pela entrega do poder individual a algo, ou a outrem…tal qual se fez por séculos.

Cada Chama Humana é um microcosmos detentor de tudo, o que forma o macrocosmos. Em cada uma emerge, o que requer a sua intenção e escolha.
O Céu, é a implementação da descoberta do teor da consciência, é o cantarolar contínuo do refrão da música das esferas que advém com o despertar, e que nos diz que somos Um, e onde cada um é o arquitecto do salão dourado onde impera a harmonia e a luz é o encontro com nosso próprio coração pacificado.

O Céu existe! Aqui, ali, e além…em cada gesto compassivo, em cada olhar de elevação, na palavra que conforta, na boa-vontade, no bem-querer, na plena e autêntica fraternidade.
O Universo na sua magna sabedoria, é equilíbrio em todos os vectores. O grau de desperticidade, não é dom ou vantagem, apenas, oportunidade de reequilíbrio cármico para quem mais dele precisa.

A sociedade actual está programada para a fomentação da doença, como consequência das condições de vida, mas também, como fonte de receita…
Aos curadores: cultuem a saúde, desintegrem a dependência, o culto à saúde só se pode enraizar por um teor consciencial de desprendimento, de sentido de missão. A “profissionalização” das terapias da Alma é incompatível com a essência das mesmas.

Aos filósofos com caudais de tantos saberes: fomentem o estudo, a experimentação, o auto-conhecimento, em ecumenismo pleno. Na sua essência, todos os saberes ancestrais são puros, e ramos da mesma árvore.
A todos os que reencontraram a sua génese, o seu Espírito, que a cada dia, se fundam nessa ligação pela integração do Eu em Nós. Lembramos que a missão, é a vivência pela experimentação no laboratório que se chama Terra.

Em qualquer lugar, profissão, a cada momento, pensamento, acção, na amizade, no amor, a honra do Espírito, do Deus em nós, deve ser sempre lembrada e preservada, porque a tarefa que por séculos vamos desenrolando, é trazer o Céu à Terra



“Paz na Terra, e no Céu, aos Homens de Boa Vontade”



Maria Adelina - Maio de 2012



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