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sábado, 20 de maio de 2017

Os Meus Contos (reais, com nomes fictícios)


Que nunca a esperança nos abandone

Zangada, telefonei à florista afinal onde se foi a confiança que ela me assegurou sobre os seus serviços? Ela, surpreendida, dirigiu-se ao hospital e ligou-me de lá enquanto deslindava a história que foi a seguinte...
- No dia combinado, a florista chega ao hospital, pergunta ao porteiro pelo quarto de D. Maria da Esperança e este indica-lhe o quarto. Ela sobe, depara-se com o quarto sem ninguém porque a doente tinha ido para o bloco. Uma enfermeira prontificou-se a ficar com o ramo e a fazer entrega do mesmo quando a doente regressasse ao quarto após a intervenção.
Hoje dirige-se ao mesmo andar, encontra a mesma enfermeira que lhe assegura que fez  a entrega do ramo de rosas brancas à paciente após o recobro! Curioso disse a enfermeira, porque a D. Maria da Esperança ficou admirada e emocionada, porque não costuma receber flores, como tinha sido operada aos olhos, pediu para tocar e cheirar as flores e um soluço subiu da sua garganta...
Ou seja, havia duas pessoas com o mesmo nome, no mesmo hospital, com intervenções cirúrgicas no mesmo dia, e o Universo achou que aquela Maria da Esperança, não sendo a minha, precisava mais das flores....
Moral e motivo da partilha desta história, o Céu age à sua maneira e recebemos flores quando menos pensamos… que nunca a esperança nos abandone.

A.

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