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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Os três Tês




Que melhor data que a Páscoa para uma reflexão sobre “regeneração”.
Pelas plataformas dimensionais os seres vão mondando a seara, quantas vezes sem a percepção de que não saem do mesmo chão, fazendo vivências simultâneas nas mais variadas frequências vibratórias

O ser holístico absorve do subconsciente (Akasha) a radiação predominante que vai impregnando os diversos corpos dimensionais. Aquilo a que é dado chamar de expansão ou maturidade consciencial, nada mais é que fazer uso dos três Tês:

-Transferir – de forma gradual o acervo para o plano do mental superior

- Transmutar – reconhecer, trabalhar e curar as feridas da alma

-Transcender – para o plano búdico ou espiritual ( o ser regenerado, renascido)

Fazendo uso da regra de Aristóteles “Cada um receberá em conformidade com seus méritos ou necessidades”, esta afirmação aparentemente simples, é na realidade a promessa celeste de que cada um recebe a cada momento as alfaias devidas, não para sua auto-complacência, mas para sua remissão.

“Cuidado com o que pedes, pode ser-te concedido”, por vezes, o que parecem ser respostas a desejos e almejos, são ferramentas probatórias, códigos, que apenas a consciência superior pode decifrar. Nunca uma benesse divina servirá de “prémio” ao desejo do ser.
Toda benesse tem como meta o plus–ultra do ego, na reposição da harmonia entre as almas envolvidas. Porque toda alma, faz parte de um grupo, duma família de almas, onde cada uma é, (ou deveria ser) o suporte ascensional das outras.

Vemos, para alem do olhar, a frágil veste espiritual que cobre as fúrias combatentes do mundo astral. Nestes campos, e nas horas de sono, são muitos os que ali se comprazem nas lutas acérrimas, ódios antigos, alimentados ainda pelas frustrações diárias das suas opções de vida, e incendiados pelas marcas traumáticas dos seus passados.
Quando acordados, e sob uma fina camada do verniz da convencionalidade, proclama-se um bem-estar nunca conhecido, um amor nunca sentido, uma paz nunca vivida.

A receita que permite a transcendência deste estágio é a simplicidade. É o despir todas as capas e máscaras formadas pelo orgulho, preconceito, complexos, insegurança, medo. É o permitir a emersão da criança interior, doce e purificada, e tal como proclamou o Mestre, “nascer de novo, da Água e do Espírito”

                     "Paz, a todos os Seres de Boa Vontade "

Maria Adelina


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