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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Amado Mestre




Assisti hoje a uma Missa num idioma que não percebo, mas das pouquíssimas missas a que assisti nos últimos anos, foi esta, a que melhor percebi.
As vozes infantis do coro tornaram-se idioma universal. 
A mulher sorridente que me desejou um Bom Natal, e à qual retribuí em português, teve a faculdade de criar uma ponte entre estranhos.
No final, enquanto mãos apressadas tentavam fechá-LO no sacrário, ouvi a límpida voz:

Não me encerrem, espalhem minha essência no ar, nas ondas de pensamento global - 
Asfixio, morro de novo, se entre paredes mesmo que estas sejam de ouro -
Soltem-me no vento, vós que sois a semente da minha Boa-Vontade 





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