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sexta-feira, 10 de agosto de 2018
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
Os “novos direitos humanos” e a identidade portuguesa
Os
“novos direitos humanos” e a identidade portuguesa
Sofia
Guedes
8/8/2018
Se
não reagirmos, se não acordarmos, morreremos lentamente como povo, pois vivemos
um pesadelo, um tempo em que há uma praga chamada de ideologia do género que
quer perverter a ordem natural no mundo.
Vivemos
tempos de uma esquizofrenia implantada que colocou a humanidade num pesadelo do
qual não sabe, nem consegue sair. Esta humanidade está fragilizada, doente,
cansada e triste, profundamente triste. Estamos a ser invadidos por uma agenda
do Bloco de Esquerdo, e em parte do PS, que insiste em destruir-nos enquanto
indivíduos, povo e Nação. Chega! Não é isto que o povo português
quer. Não queremos que o Estado nos diga como educar sexualmente os
nossos filhos, temos direito à liberdade de educação e vamos lutar por ela.
Temos direito a querer construir famílias de pai e mãe com filhos felizes,
educados para o amor, que sabem que são rapazes e raparigas, e que sabem quem
são. Porque a biologia não muda, nem a genética.
Dou
um exemplo pessoal, tão óbvio e natural que todos entenderão.
Sou
portuguesa, com uma história herdada e construída. Falo a minha língua com a
mesma naturalidade com que respiro.
Sou
mulher! Sou casada, com o mesmo homem há 37 anos. Sou mãe, avó, filha, irmã,
prima, cunhada, tia, etc. Todos estes atributos são consequência de uma vida
com percurso normal em tudo igual desde que existe a humanidade.
Pertenço
a uma família onde a minha identidade e meu lugar são únicos
e irrepetíveis, tal como cada membro da família. (Sei a quem pertenço e
o chão que piso.)
Porque
dou exemplos tão evidentes? Porque hoje a evidência, a verdade,
é escamoteada pela arrogância duma nova ideologia que, perversamente,
com maldade, quer destruir o homem e tudo o que lhe diz respeito. A
ideologia de género quer diminuir o homem a uma categoria inferior aos animais
e plantas. E só vai avançando à custa da mentira e da intoxicação desta nova
droga que é o marxismo cultural, uma estratégia adotada por um grupo de
intelectuais do início do século XX para mudar a cultura ocidental. Através da
defesa do individualismo promove ideias contra a mulher, o homem e a família e,
em vez disso, apresenta, o direito a todo o tipo de liberdades, inclusive a
transexualidade. Usa uma arma invisível que injeta“veneno” no corpo e na alma
dos seres humanos, deste mundo dito civilizado. Injeta devagarinho, sem dor
aparente e de forma sistemática.
Não
precisamos de relembrar, nem tão pouco voltar a estados totalitários que
permitiram tantas atrocidades feitas ao homem e à mulher ao longo destes poucos
anos do séc. XXI. Nem Huxley, no seu livro Admirável Mundo Novo, conseguiu
imaginar até onde conseguiríamos chegar. Não queremos os genocídios de Hitler,
nem de Estaline, nem de Mao.
Já que elegemos
– Sim, elegemos! – um grupo de pessoas que, com grande leviandade e sem
qualquer conhecimento científico ou filosófico, decidiu legislar sobre a a
identidade de género para os transsexuais menores. Fez da mentira e da
fragilidade uma lei.
Disse
a deputada Isabel Moreira que as pessoas transexuais ganharam, porque não baixaram
os braços. Tenho grande admiração pela perseverança e fidelidade das convicções
da Isabel, reconhecendo sim, ela praticamente sozinha não baixou os braços. Mas
eu reafirmo: a eutanásia não passou, porque os portugueses não baixaram os
braços e pensaram pelas suas cabeças. Basta perceber a quantidade de e-mails,
artigos, manifestações, cartas abertas de todos os quadrantes da sociedade.
Na
situação catastrófica em que se encontra a saúde em Portugal, em que
os médicos e enfermeiros estão a chegar ao limite das suas capacidades,
com risco de eles próprios passarem para o lado dos doentes, uma lei como esta
da mudança de sexo, seja para adultos, jovens ou crianças vem trazer ainda mais
o caos.
Sejamos
sérios, existe a Verdade! Não é uma teoria. A Verdade absoluta
vamos descobrindo com a vida, porque a temos como meta. E cada passo que
damos está assente em verdades evidentes, como o homem e a mulher. Como uma árvore
e a água, como 2+2=4. Tudo tão óbvio.
Basta
estar minimamente acordado para percebermos que se não reagirmos, se não
acordarmos, morreremos lentamente como povo. Reconhecer que vivemos um
pesadelo, em que há uma praga chamada de ideologia do género que quer
perverter a ordem natural no mundo. Quando países evoluídos como a Noruega
já desmontaram esta falácia, entre nós querem insistir na distorção da
sexualidade desde o pré-escolar até ao secundário (os vídeos The Gender
Equality Paradoxcontribuíram para a redução do financiamento público na Noruega).
Há
pouco mais de um mês e, surpreendentemente, a eutanásia foi chumbada nesse
mesmo Parlamento. E porquê? Essa pergunta anseia procurar uma resposta. Porque
no contexto político atual, seria impensável! Adianto um pouco da resposta: a
sociedade civil acordou. Houve quem se mexesse e hasteasse a bandeira da vida e
a morte do ser humano de forma natural.
Ã
nível internacional existem organizações pela defesa da dignidade da pessoa
humana que trabalham para desmontar estas mentiras que nos querem impor, como é
o caso da Alliance Vita, a European Dignity Watch e da ADF International, fazem
campanhas internacionais para ajudar a sociedade civil a reagir com informação
junto da população e dos media.
Somos
inteligentes, temos tudo para dar e ganhar! Basta que acordemos e
nos preparemos para o combate. Em nome dos nossos filhos, netos e gerações
futuras.
Lembremos
que já fomos e somos: “Heróis do Mar, nobre povo, Nação valente e imortal!
Levantai hoje de novo o esplendor de Portugal….ó Pátria sente-se a voz dos teus
egrégios avós, que há-de guiar-te à vitória.”
Somos
portugueses e vamos lutar pela nossa história e pelos valores da dignidade da
pessoa humana. Vamos continuar a transmitir aos nossos filhos a herança
cultural que recebemos dos nossos antepassados, que fizeram de Portugal
uma das nações mais antigas do Mundo.
terça-feira, 7 de agosto de 2018
domingo, 5 de agosto de 2018
A Si, sim a Si...Sabe que a sua Família está em risco? Excelente texto esclarecedor e conclusivo sobre a falácia que é a "Ideologia do Género"
(A defesa do povo brasileiro ao infame ataque à sociedade e à família, é um espelho onde a nossa defesa se pode rever e precaver)
Sua FAMÍLIA está em risco e
precisamos falar sobre isto, Jordan Campos
Ideologia de Género é uma crença-não-científica de que os seres humanos nascem sem gênero definido (masculino ou feminino), e que os mesmos são moldados pelos padrões da sociedade, história e cultura. Acreditam seus defensores que os seres humanos nascem iguais e “neutros”, e que apenas depois de passarem por experiências livres, podem decidir e se definir como homens ou mulheres. Buscam argumentos nos escritos de Gramsci, Butler, Marx, Beauvoir - militantes assumidos do ideário de género. A palavra género segundo os mesmos é interpretada apenas como sinónimo do sexo atribuído pelos órgãos genitais – pénis e vagina – entendem então que ter o órgão sexual masculino, por exemplo, não faz com que a pessoa possa ser identificada obrigatoriamente como homem, e que podemos ter vários géneros. O correto diante desta crença, seria deixar com que cada qual, em seu tempo decidisse se é homem ou mulher, masculino ou feminino, independentemente de seu género biológico. Esta é a linha teórica básica.
Segundo a ciência, a sexualidade humana é uma característica biológica binária objectiva: “XY” e “XX” são marcadores genéticos saudáveis – e não marcadores genéticos de uma desordem. A norma da concepção humana é ser masculino ou feminino. A sexualidade humana é planejadamente binária com o propósito óbvio da reprodução e da prosperidade da nossa espécie. Esse princípio é auto-evidente e lógico. As desordens extremamente raras no desenvolvimento sexual, que incluem, entre outras, a feminização testicular e a hiperplasia adernal congénita, são todas desvios identificáveis da norma binária sexual, e são reconhecidas como “desordens da formação humana”. Indivíduos que as portam não constituem um “terceiro sexo”, segundo a ciência. A crença de uma pessoa de ser algo que ela não é, na melhor das hipóteses, é um sinal de pensamento confuso. O American College of Pediatricians diz que “Quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, existe um problema psicológico objectivo, que está na mente, não no corpo, e deve ser tratado dessa forma”. Essas crianças sofrem de DISFORIA DE GÊNERO, formalmente conhecida como transtorno de identidade de género, uma desordem mental reconhecida na edição mais recente do Manual Diagnóstico e Estatístico da American Psychiatric Association.
Na minha visão ninguém nasce com um género, mas todos nascem com um sexo biológico que gera consequências químicas e comportamentais que independem do contacto social. A autoconsciência, que seria um senso de si mesmo amadurece com o tempo em todo processo de desenvolvimento, e pode sim ser prejudicada por percepções subjectivas da criança, traumas, relacionamentos e experiências adversas desde a realidade intra-uterina até o fim da adolescência. Mas independente disso, permanecemos biologicamente sendo homens e mulheres, e com as consequências hormonais, físicas e neuronais de cada tipo.
Estudos científicos em neurociência apontam claramente há décadas que existem claríssimas diferenças anatómicas e funcionais entre o cérebro de um homem e de uma mulher (todas as fontes de científicas mencionados neste texto se encontram ao final deste).
Os estudos mostram com imagens de ressonância magnética funcional estas diferenças nos cérebros e suas peculiaridades e diferenças cognitivas na vida prática. Exemplo de estruturas diferentes: junção temporoparietal, sulco temporal superior direito, córtex somatosensorial, regiões do hipotálamo e amígdala cerebral. Todas estas estruturas são responsáveis por gerenciamento de crenças, significados, humor, desejos, reactividade, etc. E são diferentes entre homens e mulheres e alteram as suas diferentes habilidades, preferências e comportamentos. Isso demonstra que a biologia tem uma força significativa na construção e forma de expressão do género. Estudos com Primatas mostram que machos escolhem brinquedos tipicamente masculinos e fêmeas escolhem brinquedos tidos como femininos. São Primatas – não há cultura neste caso, portanto esta espontaneidade não depende de factores culturais, religiosos ou sociais.
Uma grande falta de informação ou de boa-fé é a confusão entre identidade de género e orientação sexual. Coisas que são diferentes, mas usadas de forma associada tendo em vista promover a ideologia de género no mesmo patamar de outras causas com respaldo científico, moral e social. Tirando a palavra “ideologia”, que define um movimento organizado, vamos alterar por “identidade” que é algo mais concreto para entendimento. IDENTIDADE DE GÊNERO significa que um ser do sexo masculino biológico pode ter uma essência feminina e vice-versa. A preferência sexual escolhida é outra coisa bem diferente e diversa, como o bissexualismo, pansexualismo, assexualismo e muitas outras. Identidade de género tem a ver com transexuais, por exemplo, que são pessoas que na angustia de se sentirem não pertencentes ao género biológico passam por intervenções químicas, cirúrgicas e medicamentosas para conseguir adaptar os seus corpos às suas “almas”. Identidade de género é algo sério e real, que merece atenção, cuidado, isenção de pré-conceitos e muito respeito.
O problema começa quando se cria um movimento chamado – “ideologia de género”, e a expressão é antecedida pela palavra “promoção”. Promover significa viabilizar, usar de recursos de convencimento para elevar a categoria superior uma ideia, produto ou crença. Uma coisa é sabermos que existem conflitos de identidade de género que acontecem com crianças e adolescentes – Outra coisa é publicitar uma ideologia nas escolas, para crianças que não passam por nenhuma inadequação de género e gerar um grande problema onde antes não existia – Não temos uma equipe de saúde mental e comportamental para atender ao caos que gerar confusão em quem não tem causaria. Crianças e adolescentes adoram uma moda, adoram a desobediência. As escolas já estão correndo atrás do prejuízo com problemas de falta de estrutura e educação familiar, divergências religiosas, diagnósticos verdadeiros e falsos de TDAH, transtorno opositor, dislexia... agora vão precisar se pré-ocupar com o efeito colateral de gerar esta possibilidade e dúvida na cabeça de suas crianças por conta de uma ideologia-não-científica que se utiliza de uma questão séria que é a identidade de género, para se promover como forma de luta e revolta contra instituições ditas burguesas, nos quais seus pensadores de base lutavam contra.
O Plano Nacional de Educação de 2014, onde o MEC incluiu temas como identidade de género propõe esta promoção, sob pretexto fraco de “informação”. Não temos professores preparados para isto. Não temos uma equipe de saúde mental e comportamental para atender ao caos que gerar confusão em quem não tem causaria - REPITO. Seria como, por saber que 3% da população mundial tem ou terá esquizofrenia, criar um movimento para informar às crianças sobre alucinação, delírios, ouvir vozes, ver monstros e coisas estranhas - e dizer que isso pode acontecer com elas e seus coleguinhas a título de informação. O que acontece? Várias crianças vão passar a dizer que escutam vozes, que vêem espíritos e muitas vão começar a delirar e se sentir observadas e perseguidas. Crianças associam tudo como sendo pertencente a elas, e nesta fase de imaginação plena somatizam em comportamentos tudo o que as cerca. Acredito que quem estimula a ideologia de género deveria estudar mais sobre forma de aprendizado de crianças, sistema cognitivo, etc. – Maldade ou desinformação?
Vamos a exemplos práticos. Na Suécia por exemplo, país de primeiro mundo onde a ideologia de género avançou muito e atingiu as escolas, tivemos um aumento de 40% nas taxas de suicídio e um declínio na qualidade social e psicológica de sua população. É sabido também que a chance de uma pessoa que trocou de sexo venha cometer suicídio é 20 X maior do que a população em geral. Isto são dados estatísticos disponíveis de fontes científicas, e não, crenças-ideológicas.
O manual de sexualidade e psicologia da Associação Americana informa que 75% a 95% das crianças e adolescentes que expressam algum tipo de confusão sobre a sua identidade sexual a superam naturalmente. E isso é de extrema verdade visível no dia a dia – é comum pensamentos bissexuais, assexuais, homossexuais e heterossexuais – logo após a puberdade existe uma associação a uma opção, e que deve ser respeitada e jamais vista como uma anormalidade, salvo se causar sofrimento, o que necessitaria de apoio psicológico, familiar e humano. Mas afirmar que discutir identidade de género tem cujo objectivo feminizar meninos, transformar as meninas em lésbicas e destruir a família, é tão irresponsável como a sua promoção. Discriminação sexual é algo abominável, criminoso, assim como promover esta ideologia parece ser.
No Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): Art. 17. temos: “O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, ideias e crenças, dos espaços e objectos pessoais.” ---- logo, atentar contra a formação de identidade de uma criança com uma ideologia que não tem respaldo científico é atentar contra a Humanidade. É pôr em risco a saúde mental das pessoas.
Acabar com o preconceito contra os ainda vistos diferentes, construir relações de género mais justas e re_significar as práticas sociais por meio da construção de uma cultura de paz é um dever de todos nós. Porém, a natureza impositiva dessa ideologia e seus outros interesses conhecidos, mas não declarados, acabam atentando contra a primazia da educação das crianças. Acredito que se deva trabalhar os problemas de identidade de género na medida que eles surjam. Informando sem imposição aos pais sobre tudo isto, treinando professores em relação a este fato – mas jamais com este movimento, no momento crucial de desenvolvimento de nossos filhos.
No “Guia Escolar” — documento elaborado e publicado pelo MEC que se propõe a ajudar no combate à violência sexual contra crianças, numa rede de protecção à infância, podemos ver trechos que dão margem a interpretações perigosas ao defender “priorização de direito ao prazer” em crianças (Pag. 51); ou “garantia de sigilo e privacidade aos estudantes ao falarem e descobrirem sobre sexo” (Pag. 54); ou quando mostram que alguns grupos de pedófilos defendem a ideia de que “este tipo de relacionamento (pedofilia) é uma opção sexual e um direito.” (pag. 74); e ao falar da proibição ao incesto dizendo que “Esse tipo de interdição transformou a prática do incesto em tabu, tornando o tema controverso e impondo obstáculos a uma abordagem isenta de julgamentos morais. “ (Pag. 73).
Embora tenhamos um cenário complexo nas relações familiares, pertence a ela com total prioridade a educação de seus filhos. Família educa, escola instrui. Mesmo que existam falhas enormes na educação. O plano óbvio é que no ambiente da escola, com militantes politizados e professores “obrigados” a promoverem a ideologia, estas ideias sejam absorvidas com vigor e promovam uma revolução perigosa, mas exactamente como desejavam os pensadores-não-cientista que servem como base ideológica para este discurso. Não há nenhuma base científica que sustente a crença dos ideólogos de género, a não ser seus pensadores de base - filósofos da sociedade. Não devemos, pois, estimular que a mesma seja inclusa para crianças apenas por ser uma filosofia com calda de sorvete bonita, mas sorvete interno sem forma concreta.
Problemas com identidade de género são problemas. Levam ao sofrimento, confusão, baixa-estima, ideação suicida e intensa angústia e devem ser tratados com amparo, apoio familiar, estratégia e amor. Discordo completamente da visão limitada de se entender que o Ser Humano nasce como folha em branco e que todos os traços de sua personalidade virão do contacto externo. Temos uma outra ciência, a epigenética que nos auxilia a entender que trazemos cargas de antepassados que são lidas e modificam a leitura de nosso DNA. O próprio Projecto Genoma mapeou 40 mil genes na tentativa de montar um mapa do Ser, e chegou à própria conclusão que existe um factor subjectivo, que eles não conseguiram mensurar, que ‘liga tudo” e não está no gene. Algo como uma personalidade congénita que já traz informações, gostos, tendências e conflitos. Reduzir o Ser, a um papel em branco como buscam os defensores da ideologia de género é ir na contramão de todos os avanços em compreender a complexidade da formação da personalidade humana. Nossas escolas não são laboratórios e nossas crianças não são cobaias. Nossa educação não pode ser um experimento que é justamente o que falta à ideologia de género.
Este texto busca falar de ciência e lógica, e não de crenças sociais. Este texto reúne argumentos sólidos, e abre outras questões a se discutir sobre identidade de género. Este texto foi escrito por mim – psicoterapeuta também de crianças e adolescentes, pai de quatro filhos e um professor dedicado.
Faça a sua parte. Se este texto-artigo fez sentido repasse para pais, amigos, professores, directores de escolas, políticos.... Tendo em vista o entendimento pontual de todo este debate que ainda vai render muito e gerar ampliação de consciência para o discurso.
Obrigado;
Jordan Campos
Psicoterapeuta Transpessoal Sistêmico
Fontes: HAUSMANN, 2017; RITCHIE et al, 2017 et al; LARA & ROMÃO, 2013; DELACOSTE et al 2015. Fontes: GUR & GUR, 2017; MCENEW & MILNER, 2017; SACHER et al 2017; POEPPL et al 2016; LOMBARDO et al, 2012; LOMBARDO et al 2012; SWAAB, 2011 e LEVAY, 1991; Estatuto da Criança e do Adolescente; Guia Escolar – MEC; Associação Americana de Psicologia; American College of Pediatricians; American Psychiatric Association.
sábado, 4 de agosto de 2018
As Consequências da Ideologia de Género!! Engano- Trapaças, tudo vale...
São inomináveis as acções dos lobbies que tentam implantar a "Ideologia de Género" no mundo. É uma guerra pela calada, enganosa, aberrante, mas intensa e impositiva de princípios que desumanizam a humanidade e cujas vítimas preferenciais são as crianças e os jovens. Assentaram arraiais em muitos países e Portugal incluído como nos demonstra a recente aprovação da Lei de Mudança de Género que o nosso Presidente da República promulgou há dias...
É o MAL (imposto de todas as formas) condensado nos projectos e actividades destes grupos.
Perguntemos-nos, quem lucra com isto? Que entidades públicas, privadas ou individuais concebem tais planos e à força tentam implementá-los, quem são? ou melhor, o que são?
E nós? até onde vamos permitir que cheguem?
Partilho um dos muitos vídeos que nos demonstram sem sombra de dúvida a face real do que é esta ideologia.
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
Premente Apelo à Consciência de todos os Homens e Mulheres desta Pátria
Este
é um apelo à consciência de todos os Homens e Mulheres desta Pátria ainda por
cumprir, é um apelo ao despertar dos Pais, das Mães, deste País.
Confiados
nas propositadas distracções "sociais" e outras, atacam
Portugal nas suas fundações, as estruturas familiares, culturais, morais e
éticas.
Contudo,
o despertar acontece ainda que lentamente. É curioso como encetando conversa de
forma espontânea com pessoas de variada formação, é latente a revolta, a
repulsa, com que se expressam acerca dos programas televisivos, encabeçados
pelos "heróis" do agora que a troco de elevadíssimas compensações
monetárias tiveram a "coragem" de tornar pública as suas preferências
sexuais o que à partida é um insulto a toda a sociedade (porque carga de água
queremos nós saber das suas preferências sexuais?.
É longa e intransponível a distância entre a opção sexual de alguns, e o delírio de tentarem impor as suas opções ao mundo, fazendo uso dos mais abjectos meios, ditatoriais, como há séculos não víamos.
É longa e intransponível a distância entre a opção sexual de alguns, e o delírio de tentarem impor as suas opções ao mundo, fazendo uso dos mais abjectos meios, ditatoriais, como há séculos não víamos.
Mas
pior, é que por mensagem subliminar vão minando a identidade das nossas
crianças e jovens, do respeito pela natureza dos nossos corpos, pela
sacralidade da missão de cada um de nós.
Das
hostes políticas saltam outros destes “heróis” numa deprimente e preocupante mostra
de desrespeito pela posição pública que lhes acarreta modos comportamentais
condizentes com a moral e moldes educacionais da sociedade portuguesa, de
profunda ignorância das consequências dos seus actos, e total desconsideração
pela maioria deste povo que os elegeu.
Um
dos mais graves factos desta tentativa de inversão dos valores humanos
fomentada pelas poderosas forças mundiais ocultas, é o demonstrado formato de
totalitarismo onde tentam fazer prevalecer, pela intimidação, os seus insustentáveis argumentos,
pelos circos amorais denominados “paradas gay” onde de todas as formas afrontam
e desrespeitam os valores sociais e religiosos das populações, e pela
manipulação das minorias como sejam os chamados homossexuais que serão as suas
primeiras vítimas assim viessem a usufruir do poder que anseiam a nível mundial.
Estes, no entanto, permitem-se serem formatados e servirem de “carne de canhão” para a investida global deste
poder cuja intenção é o extermínio da maioria da humanidade.
Esta
postura de totalitarismo torna-se factor que pode afectar qualquer um de nós na interacção da nossa vida comum. Nunca uma
pessoa do meu círculo de relacionamentos foi desvalorizada ou rejeitada devido às
suas opções sexuais, no entanto já tive a experiência do afastamento de pessoas
que sem outra causa, não aceitaram a minha postura, por ser contrária às suas convicções, opiniões, ou opções.
Este
exemplo, é uma das muitas formas previstas e programadas, fazendo uso do velho lema "dividir para reinar" e que constam da doutrinação dos
grupos que aliciam e organizam a militância deste totalitarismo cujo alvo é a desestabilização
da família, da sociedade, da civilização.
Despertemos,
que o campo é grande. Lembremos que serão os nossos filhos e netos os que irão
sofrer as consequências do que hoje permitirmos.
A imagem que segue é de uma manifestação contra uma lei que estes lobbies, tentaram fazer aprovar em Itália, que penalizava com penas de prisão todo aquele que se manifestasse sob qualquer forma contra esse movimento e aquilo que querem impor.
Ou seja, todos os homens e mulheres livres, conscientes, correm o risco de não se puderem manifestar contra as causas que ferem mortalmente a família e a sociedade.
Por favor despertemos...eles não estão lá longe...estão cá, pelos mais diversos meios já minam as fundações sociais, tentam modelar as mentes das crianças e jovens nas formas, locais e meios que menos esperamos...por favor despertemos.

Maria
Adelina
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
MISSÃO DE ALMA - A POLARIDADE DO SEXO NUMA VIDA DE MUITAS EXISTÊNCIAS
A
Alma enquanto uma dimensão personalizada do Espírito Universal, de quem emana e
de quem se autonomizou, tem como Missão de Vida e da sua própria existência
trazer Luz à densidade do plano material. Para tal, a Alma, que provém de uma
dimensão onde tudo é Uno, onde tudo é Luz, terá de aprender a viver na
dualidade/polaridade da matéria.
A
Alma vive no Espírito individualizado que habita em cada ser humano e a sua
aprendizagem na matéria, para cumprir a sua Missão de trazer luz a esta
dimensão, vai ser feita ao longo de sucessivas encarnações, onde terá de
experimentar todas as manifestações da dualidade física: vai nascer pobre e
rica, bonita e feia, audaz e insegura, atlética e deficiente, europeia,
asiática, americana, indígena ……. E mais importante de tudo Homem ou Mulher.
Temos de aprender de todos os lados, colocarmo-nos no lugar do outro, que em
outra vida não mereceu a nossa compaixão e foi alvo da nossa crítica e
julgamento, com quem contraímos dívidas cármicas. Só experimentando tudo, mudando de religião,
raça, posição económica e de sexo, poderemos evoluir na aprendizagem inerente à
nossa Missão de Espírito Encarnado, cada um à sua velocidade.
O
sexo (e utilizo esta palavra propositadamente, em vez de género, porque
nascemos com um sexo definido pelas caracteristicas biológicas e físicas do
corpo onde habita o espírito) é a manifestação no próprio Homem da polaridade
que existe na matéria: só enquanto encarnado o Espírito vivencia esta
polaridade, escolhendo um ou outro sexo em cada encarnação, de acordo com o seu
plano encarnatório, que ele próprio escolhe e planeia do outro lado do véu, em
função de dois factores essenciais: os desafios que precisa vivenciar para
transmutar a densidade que acumulou em si, desde aquele momento inicial em que
desceu das estrelas para a matéria; o contributo que pode dar à vida na matéria
como um farol de luz, nas concretas circunstâncias de vida que escolheu e que
aceitou como o laboratório de mais uma encarnação. O Espírito não tem sexo, e
muito menos género, porque na dimensão de onde provém e onde retorna no fim de
cada vida Tudo é UNO. Enquanto Espírito encarnado num corpo, nascerá Homem ou
Mulher, em função do compromisso que aceitou do outro lado do véu. Negar esta
realidade é reduzir o Homem (nascido homem ou mulher) a uma dimensão material,
de ser instintivo, que abdica da sua essência de ser divino, criado pela
magnificência da força criadora do cosmos, que aqui nos pôs com um propósito,
dotando-nos daquele factor diferenciador do livre arbítrio, que mais do que
algo que serve para afirmar a superioridade da espécie sobre os outros seres
vivos, é algo que nos emancipou à qualidade de Seres Morais, responsáveis pelas
suas escolhas: Se somos a única espécie dotada com o livre arbítrio, de onde
emerge a consciência moldada pelas nossas escolhas, não será porque existe algo
mais do que a matéria, onde nos bastaria o instinto para sobreviver?
Marta
Sobral
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