Bem-vindos a este espaço de partilha de todos para todos
terça-feira, 15 de setembro de 2015
AUDIOLIVRO - TAO TE CHING - LAO TSÉ - NOVA VERSÃO
Para todos aqueles que possam ter dificuldade em ler.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
“A dor é o quebrar da concha que contém o nosso entendimento”
“A dor é o
quebrar da concha que contém o nosso entendimento”
Khalil Gibran
Queridos
Amigos
Tenho
recebido desafios de alguns e estranheza de outros pelo meu silêncio acerca do
mediático assunto dos “migrantes”.
Também
eu vi a foto que correu mundo, mas a minha dor foi mais além, lembrei todos os meninos
e meninas que são presas desta ordem mundial, não me revoltei com o Diabo do
qual sabemos o que esperar, mas zanguei-me com Deus, com a sua passividade!
O
choque atenuou e as respostas foram chegando…
Há
cerca de um ano partilhei convosco a necessidade de todos nós darmos início ao
processo de transcendência que nos está a ser recomendado há trinta anos. Três dezenas
de anos em que a informação foi tanta e tão variada que criou hábito, ou seja, ouvimos
mas não assimilamos, compreendemos mas não integramos. Porquê? Porque requer esforço,
mudanças pessoais, desapegos de vária ordem, desprendimento de vícios, posturas
e ambições.
Este
processo como em qualquer universidade aberta, não tem rigidez de avaliação ou
subjugação a fórmulas massificadas, são cátedras à medida e à intenção de cada
um. E a verdade é que a humanidade continua repetente…
Devem
estar a perguntar-se o que é que estas palavras têm a ver com o tema motivo das
mesmas que é “migração”. Tem tudo a ver, basta procurar bem dentro de nós, e
também fora, procurar as “muletas “ dos avisos/ensinamentos/conhecimentos com
que o Universo nos brindou durante anos.
Esta
“migração” é um plano político que como todos os planos de dominação política
são isentos de humanismo e cujas vítimas são apenas danos colaterais,
migalhas imperceptíveis, cuja função é serem personagens vivas (ou mortas)
deste drama encenado pelos senhores do mundo:
-
Os Senhores da Guerra cujo negócio são as armas
-
Os Senhores do Mundo Financeiro, cujo poder se alimenta e se mistura com o
anterior
-
Os Senhores da Morte (os manipuladores da saúde, da alimentação, da genética)
-
Os Senhores (líderes) Religiosos que matam em nome de Deus
-
Os Senhores da Informação (manipuladores e fomentadores)
Todos
eles envolvidos numa teia ramificada que se chama Política.
Todos
nós envolvidos numa teia que se chama ilusão programada, activada pelo poder e
intenção individual, eu, tu, aquele e o outro, com as mais ínfimas das nossas
escolhas “carregamos” o poder destes “Senhores”
Sobre
este último parágrafo, por inúmeras vezes foram dados toques, ideias, simples e
eficazes, que se aplicadas por dez por cento da humanidade teriam derrubado há
muito estes deuses de pés de barro.
Sobre
as vítimas, são-no em duplicado: dos seus governantes, aqueles que os deviam cultivar/proteger,
e daqueles cujos navios carregados de armas e destruição aportam às costas
destes países com etiquetas em inglês,
americanês ou europés e que a distância segura os jogam como peões
descartáveis num tabuleiro de xadrez.
Paz
às suas almas.
Maria
Adelina de Jesus Lopes
sábado, 5 de setembro de 2015
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Aumenta volumosamente a balbúrdia no
mundo.
Não há respeito pelo silêncio.
As pessoas perderam o tom de
equilíbrio nas conversações, nos momentos de júbilo, nas comunicações
fraternais.
Grita-se, quando se deveria falar,
produzindo uma competição de ruídos e de vozes que perturbam o discernimento e
retiram a harmonia interior.
As músicas deixam, a pouco e pouco,
de ser harmónicas para se apresentarem ruidosas, sem nenhum
sentido estético, expressando os conflitos e as desordens emocionais dos seus
autores.
Cada qual, por isso mesmo, impõe o
volume da sua voz, dos ruídos do lar, das comunicações e divertimentos através
dos rádios e das televisões.
Há um predomínio da violência em
tudo, nos sentimentos, nas conversações, nas actividades do dia
a dia.
Há demasiado ruído no mundo,
atormentando as criaturas.
A voz é instrumento delicado e de
alta importância na existência humana.
Sendo o único animal que consegue
articular palavras, o ser humano deve utilizar-se do
aparelho fónico na condição de instrumento precioso, e de cujo
uso dará contas à consciência cósmica que lhe concedeu admirável tesouro.
Jesus, o Sublime Comunicador, cuja
dúlcida voz inebriava de harmonia as multidões, viveu cercado sempre pelas
massas.
Sofreu-as, compadeceu-se delas, mas
não se deixou aturdir pela sua insânia e necessidade.
Logo depois de as atender,
recolhia-se ao silêncio, fugindo do bulício, a fim de penetrar-se mais pelo
amor do Pai, renovando os sentimentos de misericórdia e de compreensão.
Procedia dessa forma, a fim de que o
cansaço, que surge na balbúrdia, não lhe retirasse a ternura das palavras e
das acções.
Necessitas, sim, de silêncio
interior, para melhores reflexões e programações dignificantes em qualquer área
do comportamento em que te encontres.
Aprende a calar e a meditar, a
harmonizar-te e a não perder a seriedade na multidão desarvorada e falante.
Os grandes sábios
do cosmos sempre souberam silenciar.
Silenciar em oração perante as
necessidades do outro. Silenciar em respeito ao sofrimento alheio.
Silenciar em consideração às ideias
divergentes. Silenciar a vingança diante dos males recebidos.
É no mundo do silêncio que
construímos as palavras edificantes que sairão de nossa boca.
É no mundo sem voz que elaboramos o
canto que logo mais irá encantar ouvintes numa sala de concertos.
É no mundo do silêncio que embalamos
nossos amores, que pensamos em melhorar, reformar e transformar.
Assim, saibamos dosar o silêncio em
nossas vidas, evitando que a balbúrdia e a loucura se instalem.
Saibamos usar a voz com cuidado, a
cada pronunciar de palavra, assim como o concertista o faz na interpretação de
uma ópera.
A música elevada, assim como a vida,
é feita de som, mas também de silêncio.
Silêncio, do livro Jesus e vida, pelo Espírito
Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo
Pereira Franco
Silêncio, do livro Jesus e vida, pelo Espírito
Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo
Pereira Franco
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Uma rede infinita de sinais ultrapassam as fronteiras e os horizontes colocando em contacto instantâneo uma multidão inumerável de pessoas, formando um emaranhado das nocivas ondas electromagnéticas, e uma interminável teia de energias pessoais que que por efeito dominó afectam a todos os que a ela se agregam. Estas ondas energéticas carregadas com o estado psico/emocional dos utentes da rede, torna-se invasor e detentor do estado psico/emocial individual, gerando níveis descompassados e variáveis de humor que variam entre a raiva e o eufórico muito semelhantes à sintomática depressiva profunda.
Definitivamente
a Internet e a mídia electrónica tomaram conta da vida das pessoas. É evidente
que a evolução tecnológica tem o seu carácter positivo na medida em que torna
mais ágil a comunicação e a informação, mas o preocupante é a forma
descontrolada com que vem escravizando de maneira sufocante os envolvidos, que
encontraram nesta tecnologia uma grave dependência. Milhões de pessoas se
transformaram em “netaholics”, vitimas desse vício massacrante e não percebem que estão sendo consumidos
pelo que pensam ser sinais de modernidade. A "rede" acompanha-os por
toda parte, em todo o tempo e lugares. A chave de apertar parafusos do famoso
Carlitos, personagem de Charles Chaplin no filme Tempos Modernos, tomou outra
forma. Os smartphones, netbooks e tablets são as novas chaves e literalmente
estão invadindo todos os espaços, transformando os trabalhadores num bando de alienados
que não conseguem já desligá-los. O
capitalismo agradece, e a robotização navega de vento em popa.
Na verdade, os
usuários comportam-se como defuntos em missa de corpo presente, o corpo
permanece, mas o espírito está distante, há muito já se foi. Em casa, nas ruas,
nas praças, nos shoppings, nas salas de aula, nas reuniões, nos Seminários, nos
Congressos e até nas igrejas eles ligam os seus aparelhos, conectam-se e saem fora da realidade, numa atitude
desrespeitosa com os interlocutores, colegas ou família, conforme seja a sua
localização. Como dito acima, o corpo fica presente, mas o espírito foi para
outra dimensão.
Como em
qualquer outra dependência, por norma os envolvidos negam-se a reconhecer essa
condição, no entanto os depoimentos são cada vez mais alarmantes, de pessoas
reais que já não conseguem viver
desconectados. Dados de uma pesquisa realizada por estudiosos norte-americanos
revelam que de 6 a 10% dos aproximadamente 189 milhões de internautas
americanos sofrem de Trombose Venal Profunda, uma doença causada pelo contacto
excessivo de computadores e afins. Na China o vício em internet é considerado
como uma doença e a estimativa é que existam 33 milhões de dependentes de
internet no país.
Será que
você faz parte destes números e ainda
não percebeu? Se você é daqueles que carregam um smartphone e não o desliga
para nada, vive mandando e recebendo e-mails em todos os lugares para colegas,
amigos, atende chamadas em qualquer lugar, cuidado! Você pode ter-se
transformado num “netaholic” e pagar muito caro por este vício descontrolado.
Surgem então
no ar algumas perguntas que não querem calar-se:-Qual o preço da sua liberdade? Será que vale a pena viver desta maneira, escravizado?
-O quanto
esta forma de viver está abalando sua saúde física e mental e seu
relacionamento social e familiar?
Vale a pena
pensar…
terça-feira, 1 de setembro de 2015
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