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sábado, 16 de março de 2019
segunda-feira, 11 de março de 2019
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
Objectiva VS Objectivo
Ocorreu-me
o “confronto” entre estas duas palavras para abordar uma simples
técnica que pode facilmente ser usada, tanto para a meditação,
como para auto-avaliação ou um momento de oração, enfim, para um
momento de reflexão sobre uma porção de tela vivencial, tanto
acontecida como por acontecer. Definições: Objectiva –
Faz-me recordar a objectiva de um aparelho fotográfico. Ela é a
forma encontrada, de captar uma certa quantidade de imagem que pelo
seu conteúdo pode constituir informação, que é reflectida para o
interior do aparelho fotográfico a fim de que este a registe em rolo
fotográfico e mais recentemente em formato digital, ou seja conteúdo
electrónico. A objectiva em questão foca seleccionando os
acontecimentos, capta as nuances e os brilhos, as cores e as noções
de tridimensionalidade. No entanto, é sobretudo ser o canal condutor
de todas estas coisas para o interior do aparelho fotográfico, que
lhe dá o maior sentido. Após uma sessão fotográfica, nada fica
retido em seu corpo, sendo o aparelho fotográfico com seus
componentes mecânicos e electrónicos, que irão armazenar todos os
dados anteriormente captados. Objectivo:
Continuando com o exemplo anterior, o objectivo diferencia-se como a
palavra indica, pela sugestão que transmite do destino final de um
dado sentido. Enquanto uma objectiva permite a captação de
determinada imagem, o objectivo é para onde, independentemente da
objectiva usada, essa captação será conduzida. È o corpo do
aparelho fotográfico, neste exemplo. Assim sendo, sem mais delonga,
começarei por apresentar o objectivo deste exercício com um exemplo
aleatório, retirado da infinita possibilidade de usos, donde pode
ser empregue esta técnica. Estou feliz com a minha profissão? Terei
ferramentas de avaliação eficazes, que me ajudem a “decifrar”
esta questão, levando em conta todas as condicionantes implicadas,
do tipo: Estou bem pago? Sou pró-activo? Interajo correctamente com
os meus colegas profissionais?
Como
se reflectem todos estes dados conjuntamente, sobre a minha vida
familiar?
São
um desenrolar de questões interligadas que se debatem sobre o
indivíduo, que não tarda, se sente congestionado por questões que
se apresentam como os tentáculos de um polvo, sem que consiga
responder satisfatoriamente a todas em simultâneo.
Como
me sinto com a minha profissão? Constitui ela uma objectiva ou
um objectivo na
minha vida? Basicamente, é a minha profissão um meio ou um fim em
minha vida? Aqui reside toda a diferença, dado que dependendo da
forma como me sentir em relação a esta questão, estarei a
responder a todas as outras questões que dali advém, desmontando
assim todo esse cenário inquietante e por vezes até, paralisante.
Então vejamos: Se constitui uma objectiva em
minha vida, então entendo a minha profissão como uma forma de
interagir com várias dinâmicas não como um fim em si, mas como um
meio de obter ou chegar a algo que até posso a dado momento
desconhecer. Interiormente inicio a viagem à desmontagem das
restantes questões que se apresentaram:
Estarei
bem pago? Se não sinto a minha profissão como um objectivo se
calhar não estarei a dar o meu máximo, pelo menos, poderei ter que
rever em baixa a minha expectativa de renumeração dado que estou a
ser retribuído de outra forma, mais como um meio em si, do que como
um fim em si. Pelo menos é um princípio chegar a um “beco com
saída”. Sou pró activo? Será razoável exigi-lo? Então se estou
a usar a minha profissão numa objectiva não especializada, será
que é razoável esperar isso de mim? Não estarei a necessitar de
mais razoabilidade e tolerância por mim mesmo? Interajo
correctamente com os meus colegas? Estarei a relacionar-me com eles,
dentro deste contexto? Não estarei a derivar ansiedades, ou
desfuncionalidades para cima deles e de mim mesmo? Poderei encorpar
comportamentos dentro desta esfera de relacionamento mais adequados
onde esclarecido, possa apaziguar o ambiente. Podem certamente estas
reflexões ajudar na estabilização e promoção, de um ambiente
mais saudável em casa, onde junto dos meus familiares posso
encontrar mais disponibilidade para um relacionamento mais fraterno e
lúcido. Se constitui um objectivo.
Neste caso em concreto é um pouco mais fácil, pois se identifico a
minha profissão actual como um objectivo, então novamente sobre as
mesmas questões esperariam-se respostas diferentes que originariam
também respostas diferente:
Estarei
a trabalhar com a empresa certa? Será este o projecto em que devo
investir mais tempo, que me retribui em remuneração
o que acho que me é devido. Necessitarei de investir mais em
formação? Estarei a funcionar dentro da esfera que me é favorável,
no departamento certo? Terei que tentar alguma alteração nos meus
hábitos de funcionamento para que possa ser reparado pela positiva,
no sentido de granjear algum reconhecimento extra, tanto pelos meus
colegas como pelas minhas chefias. Em casa, estarei a exigir o
razoável da minha família, será que compreendem minha ambição na
empresa? Etc… etc… Se reparar, em cada questão das muitas
colocadas e que ficaram por colocar, sempre podia usar o
mesmo:Objectiva ou objectivo?
Àquelas questões que não se resolve de imediato, das que advém
sempre fica uma porta aberta. Enfim este foi um exemplo dos muitos
onde se pode realizar um tal exercício. Muito bom para os neurónios
da modernidade, sujeitos a constante adormecimento e robotização,
ao serem assim estimulados activam em sua mobilização a
possibilidade de acontecer além da estabilização de uma forma de
vida, a promessa real de encontro com algo ainda maior. Um Objectivo
Pensamentos
Do
site: http://arrepiodaalma.blogspot.com/
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
Fevereiro e o Amor
E
chegamos a Fevereiro…adentramos o 2º mês do ano…já?
Pois é…e por ser este
aquele em que mais se fala de “Amor” recomendo que procurem conhecer a história
de S. Valentim que vai além do limitado conceito a que a data refere.
Uma
coisa temos por certa, que este dia é consagrado ao amor em todas
as suas formas, e não só aos namorados, é ainda uma homenagem à
coragem, à fé, e à entrega!
Em suma, poderia ser chamado o mês do Bem-Querer no seu mais elevado sentido,
o do amar sem condição...
UM BOM DIA PARA TODOS
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domingo, 10 de fevereiro de 2019
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
domingo, 3 de fevereiro de 2019
Ressonância Schumann, e o salto continua...
Há muita
coisa acontecendo neste século e as pessoas em todo o mundo estão começando a
sentir essas mudanças. Uma grande transição está na baía, e envolve não só nós,
seres humanos, mas toda a nossa casa planetária.
A própria
Terra, tem um batimento cardíaco. Ele é chamado de “Ressonância Schumann” e
envolveu todos os seres vivos numa frequência natural e constante, pulsando exactamente
a 7,83 Hz por milhares de anos.
Para os
antigos Rishis indianos, esse número tinha um significado especial, pois se
identificava com a frequência do OM – o som sagrado e cósmico na religião
hindu. Como estão prestes a ver, agora tem um significado especial para
todos aqueles que estão se conscientizando desta mudança num grande processo.
No mundo
ocidental, a Ressonância Schumann representa a frequência do campo electromagnético
da Terra. Ele tem vibrado a 7,83 Hz com muito poucas variações conforme havia
sido previsto em 1952. Tudo mudou em Junho de 2014, quando o Russian Space
Observatory System exibiu um aumento repentino na actividade, com um pico,
esticando para 8,5 Hz, e até mesmo atingindo 16,5 Hz, em alguns outros dias.
Os
pesquisadores ficaram confusos com essa anormalidade que nunca antes havia sido
registrada e não sabiam como interpretá-la. Ampliando este dilema, outros picos
incomuns foram recentemente detectados, surpreendentemente, aumentando para
mais de 30 Hz, muito acima do marco estabelecido em 2014. Então, o que pensar
acerca deste salto considerável nas ressonâncias Schumann?
Os picos
foram além de 30 este mês.
O que os
pesquisadores mutuamente concordam é que essas mudanças significam, claramente,
uma mudança de algum tipo. Acredita-se que os seres humanos, que têm num estado
latente por milhares de anos, agora estão acordando para uma realidade maior,
onde, brevemente, os pensamentos se materializarão num instante.
A
ressonância Schumann e a mudança que vem acontecendo nos últimos anos, estão
entre maior prova desta mudança. Há muito tempo suspeita-se que os seres humanos
agindo num nível de “consciência colectiva”, podem afectar a estrutura do campo
magnético e criar distúrbios nele, como os picos recentemente detectados. Isso
geralmente é amplificado durante momentos de alta ansiedade, paixão ou tensão.
Esta
especulação é baseada no fato de que a frequência de Schumann está “em
sintonia” com os estados, alfa e teta do cérebro humano. Essas ressonâncias
crescentes, naturalmente, correspondem à actividade das ondas cerebrais
humanas, significando que, se a Mãe Terra está ajustando sua frequência de
vibração, também, poderemos estar fazendo isso, devido à nossa ligação terrena.
Outra coisa
a ser considerada, é a aceleração do tempo que, ultimamente, tem sido sentida
por um número crescente de pessoas. Uma vez que o planeta esteja pulsando num
ritmo mais rápido, pode significar que isso tenha repercussões sobre o tempo em
si, acelerando-o. Então, por que sentimos como se o tempo estivesse passando
mais rapidamente do que o normal?
A razão para
isso, aparentemente, está ligada à aceleração da Ressonância Schumann, que está
nos fazendo perceber um período de 24 horas, como tendo cerca de 16
horas. Sabemos que a “batida do coração da Terra” está se acelerando e
que, depois de milhares de anos com uma noção rígida de tempo, com a duração de
um dia, de 24 horas, a acelerada taxa de batimento da Terra está fazendo com
que venhamos a perceber apenas dois terços desse período, devido ao nosso
próprio ajuste inconsciente para esta frequência da Nova Era.
O tempo não
é a única noção que temos de aceleração. Agora que temos acesso a livre
informação, um dos nossos activos mais importantes, há um grande aumento na
conscientização mundial por causa disso. Os seres humanos estão se tornando,
espiritual e mentalmente mais conscientes do que nunca e, agora, alcançar esse
status só leva anos ou mesmo meses, pelo fato da informação livre ser
encontrada em abundância.
Por outro
lado, pesquisadores relataram que o campo magnético da Terra, um componente
inter-relacionado com a Ressonância Schumann, lentamente, foi se esgotando nos
últimos 2.000 anos e, ultimamente, num ritmo ainda mais acelerado. Ninguém é
capaz de fornecer uma explicação precisa para isso, mas um artigo
descrevendo a sabedoria de um velho sábio da Índia alude a uma possível causa.
“… o campo
magnético da Terra foi instalado pelos Antigos para bloquear nossas memórias
primordiais de nossa verdadeira herança. Isso foi, para que as almas pudessem
aprender com a experiência do livre-arbítrio, desimpedidas pelas memórias do
passado. [O sábio] afirmou que as mudanças no campo magnético estão afrouxando
os blocos de memória e estamos elevando nossa consciência a uma verdade maior.
O véu está se levantando. As cortinas estão se abrindo.”
Com isso em
mente, realmente, talvez sejamos uma espécie com amnésia que, lentamente, está
passando por um renascimento espiritual e cognitivo que deve nos entregar a
herança de nossos antepassados. É verdade que acordar com esta realidade
coexistente, tornaria toda a nossa cultura de cabeça para baixo, dando lugar a
novos e aperfeiçoados conceitos da história e da vida em geral.
A
experiência dessa mudança, realmente, será desafiadora para a maioria de nós.
Todavia, a estrada já está pavimentada e os benefícios que encontraremos no
final desta jornada, parecem ser (pelo menos em teoria), extremamente,
gratificantes. Então, o melhor a fazer é elevarem suas frequências para ficarem
mais “em sintonia” com a Nova Terra. Melhor não perder essa chance, pois pode
ser a única oportunidade para abraçar a próxima fase da evolução, antes que
outro ciclo na história da Terra comece.
Fonte:Manuela
Bruscatto
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