Bem-vindos a este espaço de partilha de todos para todos
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
sábado, 2 de dezembro de 2017
A nova Inquisição “demi” o quê?
Primeiro
concentrou-se no significado da palavra, até podia estar enganada… Mas não,
“demi” significa: metade – meio – quase.
Olhou
repetidamente para o calendário apenas para confirmar que não era 1 de Abril o
tradicional dia das partidas e dos enganos. Após essa certeza debruçou-se de
novo sobre o artigo.
Segundo
os especialérrimos entendidos em sexualidade autores do texto que lia, e dos
infindáveis títulos com que hoje se “tenta” inventar géneros, sentiu-se
empolgada, orgulhosa, grata, com a descoberta que estava a fazer…ela, era
“demisexual”.
Sorriu,
riu gostosamente, e agradeceu ao céu por não ser: demi_promíscua,
demi_sexocompulsiva, demi_sexomaníaca, demi_parafilia, etc....
Amiga,
Amigo, se desfrutou na sua vida duma sexualidade plena, libertadora, sublime,
intensamente orgástica, transcendente, sustida pelo olhar que se afunda no mar
de amor de outro olhar, em horas tântricas de supremo e amoroso prazer, no
atingir um estado de Samadhi na unificação das auras, na elevação kundalinica
por via de tal fusão de amor….Cuidado, pode vir a ser apodado/a de
“demisexual”…
Pois
é…é que os demisexuais só fazem sexo com quem têm uma profunda ligação de amor…
Não
é difícil adivinhar quem está por detrás da continuada tentativa da inversão
dos valores mais sagrados, naturais, da constituição humana e seu processo
evolutivo.
Para
o movimento LGBT e associados quanto maior a concertada desvalorização dos
mesmos, poderão assim avançar com as suas abjectas teorias doutrinárias e
totalitárias, que exigem e por coacção da aberrante Ideologia do Género, serem impostos a toda a humanidade.
Amigos,
já são tantos os adjectivos com que preenchem o seu dicionário de géneros que
seria enfadonho e sem interesse algum repeti-los aqui, tenhamos é sempre
presente que todos se baseiam no descompromisso no que toca ao conhecimento do
que é a energia e a prática sexual na evolução consciencial, e no respeito
pelas tremendas consequências da sua profanação e banalização a que a
promiscuidade que advogam pode levar.
Quando
ouvimos afirmações do tipo “essa coisa de
macho-fêmea está muito ultrapassada, agora o que está em uso é o pansexual”
que nada mais é que a definição da bestialidade no plano sexual, somos
confrontados com a necessidade premente da integração total dos valores intrínsecos em cada um de nós, numa postura atenta e preventiva da salvaguarda da
consciência grupal da humanidade e do seu plano evolutivo, única razão pelo
qual existimos.
Voltando
ao título desta partilha:
“Se só fazes sexo em, e
com amor, és anormal”
Será
este o mote para o ressurgir de uma nova Inquisição?
Maria
Adelina
quinta-feira, 30 de novembro de 2017
TEÁTICA E BEM-ESTAR
Teática
é um termo que significa juntar a teoria à prática
Este
é o tempo de colocar na prática, a TEÁTICA ….
Ao
longo dos últimos 30 anos, e pelos mais diversos canais recebemos inúmera
informação cuja finalidade foi, e é, estimular o despertar da consciência
individual, e por consequência a colectiva.
Porque
assim é…só a transmutação individual vai gerar a grande mudança global.
Os
conteúdos destas informações são maioritariamente chamadas de atenção para o
reconhecimento e a compreensão da responsabilidade individual em todo o
processo vivenciado pela humanidade como um Todo.
Numa
análise mais aprofundada reparamos que também neste período, todo o acervo de
conhecimento dispensado pelo Universo ainda que
Paracientifico, Metafísico e Multidimensional, foi sendo
continuamente acompanhado e sustido por dois fortes pilares:
-
Um, a herança escrita (profecias) de grandes civilizações, além de muitos dos
axiomas mais marcantes dos grandes Filósofos da antiguidade.
-
O outro pilar são as “descobertas” galopantes da ciência em alguns dos seus
ramos, como seja a Física Quântica – As descobertas do Espaço Sideral – O
estudo dos campos energéticos do corpo humano e outros. Coincidências?... Creio
que nisso estamos já todos de acordo, de que no Universo não existem
coincidências, mas sim, a sincronicidade matemática da Consciência Suprema a
que chamamos Deus.
Quem
estiver atento vai reparar que muitas das vozes calaram, recolheram, é tempo de
balanço e inventário. Por um lado, chegamos ao ponto de saturação de
informação, não por excessiva, mas por não assimilada (leia-se não trabalhada). Por
outro lado a bancada alquímica está em movimento e chega a cada um conforme o
seu merecimento.
Com
uma faceta muito semelhante ao procedimento da Lei de Causa e Efeito, ainda que
invertido, “o chamado” mudou. Este rege-se agora pela aplicação prática dos conhecimentos
mais ou menos assimilados ou aceites. 2018
será o ano do grande aprendizado da compaixão por auto-imposta condição do
nosso subconsciente.
A
aplicação da lei fundamental da existência, o “Solve Et Coagula”, crescer,
iluminar e unir, será exposto, ainda mais, nos nossos campos físico/mental e
psico/emocional.
O
não reconhecimento e prática deste princípio será reflectido da mesma forma em
todas as nossas dimensões físicas.
As
doenças, leves ou graves, as dores, aquilo que parece correr mal em todos os
campos, tudo isto são alertas para que os nossos corpos se expressem, se
expandam na doação, no trabalho, na partilha, na integração da unicidade.
“Ninguém
sente dor de cabeça quando está confortando alguém”. Provérbio indiano
“Não
espere por líderes, faça sozinho, pessoa a pessoa”. Madre Teresa de Calcutá
“Seja
a mudança que você deseja ver no mundo”. Mahatma Gandhi
“Muito
se pedirá àquele que muito recebeu”. Jesus
Paz para as escolhas
Coragem para as concretizar
Luz para a redenção
A.
terça-feira, 28 de novembro de 2017
sábado, 25 de novembro de 2017
Recomendo a leitura deste profundo texto do livro As Duas Árvores do Paraíso
As
Duas Árvores do Paraíso
V
Capítulo: «CAMINHAI ENQUANTO TENDES A LUZ» (parte)
Está escrito no Evangelho de São João (9: 4-5):
«É preciso que eu faça as obras d’Aquele que me enviou enquanto é dia; a noite
está a chegar e, então, ninguém poderá trabalhar. Enquanto estiver no mundo, eu
sou a luz do mundo.»
E, mais adiante (11: 9-10):
«Aquele que caminha durante o dia não tropeça, pois vê a luz deste mundo; mas
aquele que caminha durante a noite tropeça, porque a luz não existe
nele.»
Estas palavras são repetidas, sob outra forma, no capítulo seguinte (12:
35-36):
«A luz estará por pouco mais tempo no meio de vós. Caminhai enquanto tendes a
luz, para que as trevas não vos surpreendam; aquele que caminha nas trevas não
sabe para onde vai. Enquanto tendes a luz, acreditai na luz, para vos tornardes
filhos da luz.»
“ Nestas três passagens que acabei de ler-vos, é necessário compreender, antes
do mais, que Jesus não se refere ao dia físico. Ao usar as palavras “dia” e
“luz”, ele subentende períodos em que a terra recebe certas influências, certas
ondas benéficas, graças às quais os homens podem aperfeiçoar-se, evoluir. Eles
devem, portanto, aproveitar a passagem dessas ondas luminosas e vivificadoras,
pois, a partir do momento em que estas deixarem de se manifestar, eles já não
terão as mesmas possibilidades para trabalhar.
Na Índia, designa-se por yuga cada um dos diferentes períodos que a humanidade
tem de atravessar ao longo da sua evolução. Os hindus dizem que estamos a sair
da Kali-yuga, a época das trevas marcada pelo materialismo, pela violência,
pelo desencadear desenfreado das paixões. Está a surgir, pois, uma nova era
para os filhos de Deus. Eles devem aproveitá-la, senão as ondas benéficas deste
novo período não servirão para nada.
Cada raio do sol é uma força. No futuro, a humanidade já não se servirá nem de
madeira, nem de carvão, nem de gasolina, e trabalhará unicamente com os raios
do sol. As fontes de energia atuais não podem durar eternamente, estarão
esgotadas em breve e, então, o homem será obrigado a voltar-se para energias de
natureza mais subtil que, essas sim, são inesgotáveis. O homem aprenderá também
a curar-se com as cores e a captar as energias dos raios solares. Os raios
solares têm um poder inimaginável que, ao penetrar nas coisas, produz nelas
grandes transformações.1 Cada raio luminoso é habitado por entidades, que se
manifestam de maneira diferente consoante a sua cor: vermelho, azul, verde,
amarelo... Quando esses raios são projetados sobre seres vivos, fazem neles um
enorme trabalho. É por isso que os Iniciados se servem da luz e das cores para
agir utilmente sobre os humanos.
Os verdadeiros grandes Mestres da humanidade ensinam os seus discípulos a
trabalhar com a luz. Existem sete cores e a cada uma delas corresponde uma
virtude. Por isso, devemos saber que cada erro que cometemos faz diminuir em
nós o poder que corresponde a uma dessas cores. Os verdadeiros Iniciados sempre
trabalharam com a luz, pois só a luz nos dá o verdadeiro poder, o verdadeiro
saber. Há muitas pessoas que procuram grandes segredos e imaginam que se
tornarão grandes magos pronunciando determinadas palavras, fazendo certos
gestos e trazendo consigo um dado talismã. Mas os seres superiores não
respondem a esses apelos e só os seres dos níveis mais baixos – os elementais e
os monstros – se aproximam delas.
Se queremos atrair a luz celeste, os anjos, os arcanjos, devemos utilizar o apelo
das virtudes, pois as entidades superiores só são atraídas pela pureza, pelo
amor, pela verdade. Não se pode compreender os grandes mistérios se se vive
como um homem vulgar. O mundo invisível dá-nos em função daquilo que nós
próprios fazemos. Quanto mais recusarmos as actividades e os prazeres
inferiores, quanto mais renúncias e sacrifícios fizermos, mais bênçãos
receberemos do mundo invisível. Eu já vos expliquei esta lei na conferência
sobre o administrador infiel.3 A individualidade, a natureza divina, não pode
manifestar-se naqueles que só vivem para a personalidade, que não lhe recusam
nada.
Vós dizeis que amais a verdade. Eu não me apercebo disso, pois quem gosta
verdadeiramente de qualquer coisa faz sacrifícios para a obter e recusa-se a
viver tudo o que pode impedi-lo de encontrar aquilo de que gosta. Ora, vós não
prescindis de nada; portanto, não vinde dizer-me que amais a verdade. Os homens
querem entrar no Reino de Deus com rebanhos de ovelhas, com porcos, galinhas,
coelhos; nem sequer vêem que os animais que eles comeram caminham a seu lado.
Mas esses animais estão presentes e gritam: «Por que é que me tiraste a vida?
Eu queria evoluir, queria viver. Por que é que me mataste para me comer? Então,
agora faz-me evoluir em ti, porque eu também vim à terra para aprender.»
Sim, os animais que comestes estão dentro de vós e podeis aperceber-vos da sua
presença nos impulsos de ódio, de cólera, de inveja, de sensualidade, que vos
atravessam. Vós direis que estamos no reino dos homens... De maneira nenhuma!
Através dos homens, é ainda o reino dos animais que se manifesta. O verdadeiro
homem é aquele que compreende e que cumpre a vontade de Deus. Ora, os humanos
vivem constantemente com angústia, com ódio, com inveja, com medo, com cólera.
Pensais que é isso o reino dos homens? Não, esse ainda não veio; de vez em
quando, ele manifesta-se um pouco, algures, mas não passa disso. Quando vier
realmente o reino dos homens, aquilo a que a Tradição chama “a sexta raça”,
tudo será transformado.
A Ciência esotérica ensina-nos mesmo que, no futuro – um futuro longínquo,
evidentemente –, os homens deixarão a terra para viverem noutros planetas, e
que os animais é que herdarão a terra. Então, para comunicarem entre si, os
homens utilizarão o pensamento, o olhar, as cores. Bastará enviar um olhar, mas
será um olhar tão magnífico, que aquele que o receber nunca mais o
esquecerá.
Na sexta raça, os homens desenvolverão sobretudo o sentimento fraterno. Na
quinta raça, o desenvolvimento quase exclusivo do intelecto teve como
consequência uma atitude de agressividade, de crítica, de separatividade, e é
por isso que os homens não são felizes. Agora, eles devem procurar desenvolver
outra coisa: a sua alma. Mas a alma só pode desenvolver-se na vida fraterna,
onde, tal como abelhas que se reúnem para preparar o mel, todos trabalham para
cumprir a vontade de Deus, a fim de fazerem descer o seu Reino à terra. Na
sexta raça, os homens realizarão o amor e a sabedoria; na sétima raça, será a
verdade que se revelará. A quinta raça era a raça do intelecto; a sexta raça
será marcada pelas trocas entre os homens, pela fraternidade. “
Texto
retirado do livro "AS DUAS ÁRVORES DO
PARAÍSO", do Mestre Omraam Mikhaël gentilmente cedido por Publicações
Maitreya
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