Bem-vindos a este espaço de partilha de todos para todos

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Deus onde estás?






Jesus fala, muito, em bom tom, e para TODOS
Jesus não vem, Ele já está cá, na orla Crística que circunda o nosso coração
Não o escutamos quando nos fechamos ao conteúdo das suas palavras, o que cria uma barreira “acústica” que impede (convenientemente) a percepção.
Para O ouvir, basta tão só retirar os “fones” do alienamento, transpor o medo de O reconhecer como o amigo incondicional da humanidade, sempre presente, na melhor versão de nós mesmos

A.
22 Nov 2017


A determinada altura da sua vida um homem despertou para a inquietação do vazio existencial e enveredou por uma intensa busca espiritual.
Encontrou de tudo, desde credos paliativos cujas teorias não colmatavam as suas dúvidas, fanatismos enraivecidos que matavam e amaldiçoavam em nome de Deus.
O nosso personagem enredou-se na teia mais abrangente, actualmente, dos Véus de Maia. A sua busca tornou-se num circuito de desilusão, cansaço, descrença, e quase desistência.
Um dia, ao fazer aquela que se propôs ser a sua última tentativa, encontrou-se frente a um comprido e alto muro, no qual a luz solar por estranha configuração projectava uma sombra de contorno enorme, magnífica, esplendorosa.

 E o homem pensou:
- Afinal valeu a pena todo este trabalho e carga de  enganos e desilusões, creio que finalmente encontrei Deus.

E munindo-se de coragem gritou para a sombra:
- Deus estás aí? Deixa-me entrar…

E Deus respondeu:
- Filho meu claro que estou aqui…como sempre estive, em Ti…o que vês é a tua própria sombra… e por favor, agora que estás crescido deixa de brincar às escondidas comigo,  não me aprisiones mais…DEIXA-ME SAIR!....




Vozes da Terra
11 de Julho de 2013



terça-feira, 21 de novembro de 2017

Estimado Francisco




Estimado Francisco

Sabes que sinto admiração pela tua coragem em enfrentar um dos mais poderosos grupos de domínio da humanidade, que é a Legião do Vaticano. Não vou nomear os porquês, tu sabes bem quais são. Como também sabes que não deixei nenhuma religião formada, porque não era essa a razão da missão que Me propus. Apenas ensinei a que cada qual se encontrasse em si mesmo nas Minhas palavras, como extensões de Mim, pois tal qual Eu, sois Filhos Unigénitos de Deus.
Por estes dias desiludiste-Me… Como podes aceitar e promover o Dia Mundial do Pobre? Como podes legitimar e avalizar a instituição da pobreza? Como podes subverter o Meu ensinamento maior, o que mais prodiguei nos meus actos, a Fraternidade? Como podes acobertar que aqueles que produzem os “pobres”, tenham agora um ghetto onde os podem enclausurar, um parque de despejo institucionalizado, onde os “piedosos”, os curiosos, os fariseus a arrotar palavras Minhas possam ir lavar a culpa, fazerem selfies com os "pobrezinhos", e propagandear a "generosidade da doação” dos seus desperdícios, dos seus excessos? Onde estavas com a cabeça Francisco?
Mas Eu Sei que despertarás desse devaneio! Renega o conceito da pobreza! Ensina aos ricos, a começar pela Igreja, que riqueza estagnada que não gera emprego ou sustentabilidade é o lodo onde a sua alma se afunda - ensina aos inconscientes que os valores do exacerbado consumismo pessoal seria suficiente para gerar modos de vida dignos para a maioria dos "pobres" - aos poderosos que consomem inacreditáveis meios para fazerem armas e venenos de destruição de inocentes, diz-lhes que cada bala, cada droga, são os tijolos do seu império infernal - aos que se ajoelham hipocritamente diante de ti e beijam o anel que supostamente Me simboliza, ensina-os o que é a FRATERNIDADE, tão simples, é apenas criar as condições para que nunca a pobreza se instale – diz-lhes que quando um “pobre” se vê obrigado a estender a mão, é mais uma lança no Meu costado!
Faz valer a tua voz, Francisco, enquanto o teu tempo existe, e o deles também, dessa classe a quem sim podemos chamar pobres…de Espírito, de Humanismo, de MIM.



segunda-feira, 20 de novembro de 2017

20 de Novembro dia da Declaração dos Direitos da Criança

    

Amigos permitam-me lembrar que esta declaração existe e foi aceite pelos países à mais de 60 anos….


1-   Todas as crianças têm o direito à vida e à liberdade.
2-   Todas as crianças devem ser protegidas da violência doméstica.
3-   Todas as crianças são iguais e têm os mesmos direitos, não importa sua cor, raça, sexo, religião, origem social ou nacionalidade.
4-   Todas as crianças devem ser protegidas pela família e pela sociedade.
5-   Todas as crianças têm direito a uma nacionalidade.
6-   Todas as crianças têm direito a alimentação e ao atendimento médico.
7-   As crianças portadoras de dificuldades especiais, físicas ou mentais, têm o direito a educação e cuidados especiais.
8-   Todas as crianças têm direito ao amor e à compreensão dos pais e da sociedade.
9-   Todas as crianças têm direito à educação.
10-  Todas as crianças tem direito de não serem violentadas verbalmente ou serem agredidas pela sociedade.


Imaginem uma dimensão espacial...






 - Onde o conceito de “ódio” não faz sentido , porque não existem  tormentos mentais. Em que as principais emoções negativas: raiva, inveja, ambição, apego, arrogância, fazem parte de um arquivo blindado ao qual se acessa apenas como exemplo do pré-humanismo.
 - Na qual, a igualdade é nos deveresassimilados no plano da mente superior (supraconsciência), e  em que cada ser  cumpre o seu papel, sabendo-se  peça íntegra e insubstituível para o resultado da obra final, da qual irradiam os direitos, êxtase amoroso, comum a todos.
 - Dimensão em que a doença foi erradicada, pois a motivação da mesma, que é o  conflito entre a Alma e a Mente, foi também erradicado através da real percepção do que somos, e que a missão individual, tem como fim, a integração na Unicidade Plena.
 - Em que a paz é o envoltório natural do psiquismo de todas as consciências dessa dimensão, sacralizadas pela pureza da comunicação telepática, comum a todos, sem segredos ou retenção.

Esta, é uma das muitas dimensões celestiais, o Céu mais próximo das nossas coordenadas  planetárias, aquele que,  com um mínimo esforço podemos alcançar.

E é também, aquele que na sua infinita compaixão nos observa , translúcidos, maioritariamente hipnotizados pelo brilho ilusório da matéria, pela qual se exacerbam as baixas paixões e emoções, que degeneram na barbárie, crueldade, domínio, ignorância, fanatismo, indiferença pela dor alheia.

Estes adereços, tanto se podem encontrar numa seita religiosa, num estádio de futebol, numa “jihad”,  e na maior parte dos círculos político/governativos mundiais do qual o nosso País é hoje um exemplo. A isto juntam-se outros movimentos regidos pelo obscurantismo espiritual e manipulados por secretos e ignominiosos  poderes. 

As mostras auditivas, visuais, gráficas, tão bem patentes e expostas pela comunicação “social”, que brinda os lares, os lugares públicos, as pessoas, as crianças, com as imagens da barbárie e com as opiniões dos abutres que não conseguem esconder o regozijo e a pressa em cair sobre a presa, são afinal, a irradiação da chancela de todos nós, são o poder que lhes atribuímos.

Acrescentemos-lhes os novos manipuladores da crendice humana cuja terminologia está baseada em afirmações difíceis de rebater para a maioria das pessoas, como seja a generalidade dos conceitos quânticos. 

A saturação energética  planetária de índole negativa está a chegar ao seu auge! e cada um de nós é co-responsável pela emissão radioactiva do seu campo vibracional. O teor e nível da nossa vibração individual é o aferidor do grau de desperticidade, que é o único caminho ao mundo que almejamos.


A cosmoética é a mais atenta realidade quântica.



 A.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Amizade




Uma má colheita não define um campo de cultivo. Sejamos sempre confiantes na dádiva que é a amizade



Não é fácil falar de amizade, sobretudo ao tentar evitar as frases feitas, e os conceitos banalizados e limitadores. Fala-se muito em amizade, desvirtuando-se na maior parte dos casos a força e o significado desse elo de união entre os Seres. Amizade é uma tarefa que se desenrola em todos os aspectos da nossa vida e que como tudo o que é válido e perdura requer trabalho e entrega.
Amizade é uma forma de Amor, provavelmente a mais pura forma de amar. É uma ponte entre duas pessoas que, independentemente daquilo que passe sobre ou sob a ponte não se desgasta, não se altera, não se danifica.
Lembro alguém que me dizia: “em todo tipo de relacionamento que se gera entre as pessoas, existe uma dependência, um interesse implícito que promove o relacionamento”. Sim! Na maior parte dos casos esse interesse existe, seja a dependência económica, a solidão, carência afectiva, inclusive nos relacionamentos familiares a dependência é moeda de troca dentro do plano afectivo.
No entanto, naquele sentimento de amizade que temos a graça de partilhar com alguns Seres, apenas damos e recebemos uma corrente energética maravilhosa, que passa pelas coisas mais simples, como a comunicação telepática na hora certa, até ao ombrear lado a lado em trabalhos, projectos ou momentos difíceis… sem interesses, sem cobrança, sem outra intenção que a de sentir a sensação plena da Unicidade, de que a sensação da outra pessoa, é nossa antes de ser dela, e como tal, cabe a cada um suprir-se a si próprio de auto-estima, de ternura, de harmonia, de alegria, de serenidade, de carinho para distribuir, doar... e a forma mais simples e fácil de fazer tudo isto é através da mais bela forma de Amar, que é conhecida pelo nome de AMIZADE.



Maria Adelina

Outubro/2010



sábado, 11 de novembro de 2017

Reparem bem... Isto é a realidade da manipulação generalizada da humanidade

Trecho retirado do Macroscópio

Por José Manuel Fernandes


Em contrapartida o que cada vez mais pessoas tomam em conta, e as preocupa, são os efeitos que a inteligência artificial e a automação terão sobre a organização da sociedade e o mercado de trabalho. É o outro lado da euforia de todos os que estiveram na Web Summit, um outro lado que Manuel Muñiz aborda no Project Syndicate em Economic Growth Is No Longer Enough. É um texto onde sublinha, por exemplo, que “Automation of fairly sophisticated routine jobs is driving the polarization of the labor market. What remains are either hard-to-automate tasks that require little or no skill, or hard-to-automate tasks that require very high skills. The latter jobs are much smaller in number than the former, and they happen to be in frontier firms that are leveraging the effects of technology to outperform direct competitors, and to expand into new markets. This brings us to the central question of our era: How can leaders address the externalities produced by rapid technological change, and thereby ensure economic and political sustainability? Put another way, how can we construct a new social contract for the digital age?


 
A semana passada a The Economist dedicou a sua capa, o seu primeiro editorial e o seu artigo de fundo às redes sociais – mas não para as elogiar, antes para sublinhar os riscos que colocam. O título não podia ser mais sugestivo: 
Do social media threaten democracy? O texto explica a lógica de funcionamento das redes, que abrem quase infinitas possibilidades de intervenção a quem as saiba utilizar de forma sofisticada: “They collect data about you in order to have algorithms to determine what will catch your eye, in an “attention economy” that keeps users scrolling, clicking and sharing—again and again and again. Anyone setting out to shape opinion can produce dozens of ads, analyse them and see which is hardest to resist. The result is compelling: one study found that users in rich countries touch their phones 2,600 times a day.” Qual o problema? É que os utilizadores só vêm o que lhes é mostrado, e o que lhes émostrado é aquilo de que eles gostam, ou seja, “the system dishes out compulsive stuff that tends to reinforce people’s biases”.
 
Como é sabido a campanha de Trump usou com mestria as redes sociais para fazer chegar as suas mensagens exactamente a quem queria que estas chegassem, sendo que o arquitecto dessa estratégia, Jaime Bartlett, até esteve na Web Summit. Muitos apuparam-no, mas Ricardo Costa, no Expresso Diário, defendeu que estamos perante 
O homem que percebeu o Facebook. Como? Assim, por exemplo: “É incrível como há um ano não havia quase ninguém a prestar atenção ao uso que a campanha de Donald Trump estava a fazer do Facebook, com uma publicidade programática tão especializada que chegou a fazer várias vezes mil (sim, mil) versões ligeiramente diferentes do mesmo anúncio e pequenas mensagens dirigidas apenas a quatro (sim, quatro) eleitores! Tudo isto feito por programação e com equipas inteiras de funcionários do Facebook contratados pela campanha de Trump. Atenção, que os mesmos serviços foram oferecidos à campanha de Hillary, mas foram recusados...”
 
Gordon Hull olhou para estas possibilidades e, na Capx, atraveu-se a ir mais longe do que a Economist em 
Why social media is bad for democracy. A sua tese é que as redes sociais acentuam a estanquidade das “bolhas” em que os eleitores vivem, “bolhas” onde só conhecem a parte da realidade que reforça as suas ideias e os seus preconceitos. Sobre as consequências que isso tem para a democracia recorda “The late political scientist Benedict Anderson famously argued that the modern nation-state is best understood as an “imagined community” partly enabled by the rise of mass media such as newspapers. What Anderson meant is that the sense of cohesion that citizens of modern nations felt with one another – the degree to which they could be considered part of a national community – was one that was both artificial and facilitated by mass media. Democratic polities depend on this shared sense of commonality.” Ou seja, ter o sentido de pertença a uma mesma comunidade é importante para que exista um espaço comum onde se debatem ideias e propostas: “Communities share and create social realities. In its current role, social media risks abetting a social reality where differing groups could disagree not only about what to do, but about what reality is.”
 
Julgo que a leitura destes dois artigos justifica recuperar um ensaio de Marc F. Plattner publicado em Outurbo de 2012 no Journal of Democracy, um texto muito sólido sobre a relação entre órgãos de informação e democracia. Trata-se de 
Media and Democracy: The Long View e nele já se mostrava como a pulverização do espaço público, ainda antes das redes sociais terem chegado à actual sofisticação, estava a erodir o espaço público essencial ao debate de ideias em qualquer democracia. Como já então notava, “There is reason to think hard about what could be done to counter media tendencies that threaten to erode the shared civic arena essential to democracy.”
 

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Nada escapa à tentativa de Totalitarismo que ameaça a Pátria


Padre António Vieira

Foi contra a pena de morte/ contra a escravatura e anti-colonialista, dando provas disso na sua vida, quando viveu nos tempos
de efectiva escravatura, no Brasil.
Preconizou o futuro «5º Império » _ ou seja _ a evolução humana vivida à Luz de uma verdadeira e qualitativa evolução Espiritual.
Seus textos são de um humanismo refinado e muito evoluído para o seu tempo. São, portanto, de uma OPORTUNIDADE E ACTUALIDADE que se impõe repensar..., nestes nossos dias tão pobres e perdidos de genuínos valores humanos!
Só quem não o leu e não o conheceu (entendeu), é que pode estupidamente anular e preterir A FIGURA e o pensamento evoluído
e profundo deste grande português e humanista, que foi, sem dúvida alguma, uma das grandes figuras da Cultura Portuguesa e,  até Ocidental _ sob a tónica dos actuais Valores Humanos.
Alvuskerke