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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

A razão de vida daqueles que optaram por serem pais




A frase surge intensa, trovão que ecoa na madrugada provinda de todos os planos siderais:

“A razão de vida daqueles que optaram por serem pais é o maior compromisso de todos os grandes compromissos”




O abuso tem muitas faces, é-o por acção, omissão, sedução, exemplo, maus-tratos, ou estímulo. Não são as grandes manchetes que nos devem impressionar, mas aquelas que disfarçadamente aparecem em mais e mais quantidade, ou daquelas com que nos deparamos na vida e no que parece inofensivo dado que são estas as aferidoras do estado educacional, moral, sano, de um povo.

- Vemos crianças de várias faixas etárias que sob um modismo chamado Halloween são estimuladas à prática de vandalismo, em grupo, por pais ou educadores (chocante mas real). Reparem que não se trata da gravidade do acto, mas do princípio de que se não se satisfaz a exigência da criança esta responde com estragos a que chamam “travessuras”

- Vemos Juízes que relevam a culpa (e deixam em liberdade) monstros que cometem abusos sexuais continuados sobre crianças, agravados por ameaças e exigência de silêncio e ainda pelo agravo de que são maioritariamente familiares das vítimas.

- Vemos mães e pais que assassinam os filhos como forma de vingança do companheiro ou companheira.

- Vemos escolas onde serviços de suma importância como é a cantina por exemplo, não cumprem com o mínimo qualitativo a que estão obrigadas, não são fiscalizadas e menos penalizadas.

- Vemos patologia comportamental na inter-relação de células familiares com sintomatologia do complexo de Édipo ou de Electra estimulados pela complacência do pai ou da mãe, (conforme seja o caso) quando não estimuladas por estes. Gravíssimas situações que começam em tenra idade, e que fomentam profundos desajustes e desequilíbrios psíquicos e cármicos nos futuros adultos.  

- Vemos um sistema educativo disfuncional, sem Alma, sem Espírito, sem Ética, e como tal modelador de seres inconscientes, robotizados, que continuará a existir se se mantiver o actual beneplácito dos pais que se calam, e se eximem de responsabilidade da qualidade do ensino e carga horária dos seus filhos (a começar logo nos infantários).

- Vemos a permissividade repleta de insensatez com que os pais atiram os filhos para as “arenas dos divertimentos” profusamente divulgados e criados (técnica e intencionalmente) para a alienação emocional e mental dos jovens, cujo corpo holístico está ainda em formação sofrendo danos irrecuperáveis no seu corpo etérico.

- Vemos os modelos (milhões) de pais em estado zombie, cuja ligação ao telemóvel e à rede social é prioritária ao contacto real com os filhos, dentro do já pouquíssimo tempo que lhes dedicam.

- Vemos acções concertadas, planeadas pelo governo sombra mundial que tentam instalar a Ideologia do Género a nível global e cuja intenção e finalidade é a extinção da maioria dos seres humanos pela sua pedra basilar que é o formato genético da raça adâmica constituída por dois géneros e a sua expressão social que é a família.

-Vemos a existência das “praxes”, aberrações de cariz sociopata, praticada pelos refugos académicos, cuja incapacidade é autocompensada pela humilhação a outros seres, e ouvimos o silêncio dos pais e das autoridades competentes.

- Vemos as ruas das nossas cidades repletas de jovens (muito jovens) embriagados pelas madrugadas dos fins-de-semana (não uma vez porque era dia de festa, mas por norma).

Vemos……que mais precisamos ver?

Cenas dantescas de jovens a massacrar um ser humano indefeso...de onde surgiram estes jovens? De algum planeta distante? Não…são daqui mesmo…tiveram ou têm com certeza pais, um modelo educacional, permissividade social q.b. e são espelho da decadente realidade da nossa sociedade.

Lucidez, pró-actividade, presença, foco, coragem, exigência consciente, escolhas, fazer acontecer

“A razão de vida daqueles que optaram por serem pais é o maior compromisso de todos os grandes compromissos”

E nada, nada, nada, conseguirá parar a onda de mudança, quando os pais perceberem, e assumirem, o seu Compromisso de Pais



Maria Adelina


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